Costuras da Semana!

Olá!

Depois de terminar os porta copos na semana passada, segui com os trabalhos do cestinho oval. Fiz alguns trabalhinhos à mão e amanhã devo juntar tudo lá na aula.

Fundo com matelassê pronto para ser colocado. Parte externa do cesto pronta e arrematada com miçanguinhas fofas!

Peguei firme na minha capa de lã e só sosseguei quando terminei. Eu sei que não está na época de usá-la, mas ficar com projeto parado também não é bom. Fora que eu acho que vou poder usá-la em breve (aguarde e confie, rs!).

No fim das contas, depois que peguei o embalo com a capa, nem demorou tanto para concluir. Fiz um ajuste nos ombros, fiz a gola e por dentro dela coloquei um acabamento fofo de renda!

A parte mais demorada foi fazer todos os acabamentos à mão: barra da lã, barra do forro de cetim, pespontos e colocação dos botões. Como eu adoro costurar à mão, rendeu e eu terminei tudo ontem, oba!

Pronta!

Detalhes que eu amei: forro mais clarinho e acabamentos à mão.

A gola termina em duas tiras longas que amarradas fazem as vezes de uma echarpe ou cachecol, pacote quentinho completo!E o acabamento da gola com uma rendinha que eu amei!

Com essas costuras em progresso, não consegui evoluir na arrumação do quartinho. Mas entre uma costura e outra eu planejei o que eu vou costurar de roupas novas (só a partir de dezembro). E isso vai gerar alguns posts sobre ateliê e organização dos materiais que me deixou muito animada!

Por enquanto é isso!

Beijos e boas costuras!

5 Anos de Blog – Minha Manta de Retalhos está de volta!
Look do Dia: Blusa Ampla de Seda (molde Burda Style)!
Costuras da Semana!

Olá!

Nesta semana que passou, como eu tinha pensado, terminei os porta copos na aula de Patchwork. Uma fofura só, inclusive para quem quase não costura coisas para casa com a cor rosa, como eu.

E ainda combinou com o meu copinho florido!

A próxima peça é um cestinho oval, que terá um trabalho muito lindo por fora. Antecipo aqui um dos bloquinhos que estão a caminho:

Poesia com tecido, como diz a mestra Tati.

Em casa, mesmo com o calorão, retomei minha capa de lã. Quero terminá-la até o final do mês. Aliás, é tão difícil retomar projetos parados por muito tempo! Você tem que repassar o que falta fazer, o que já foi feito… Toma um tempo que não tomaria se tivesse sido feito direto, sabe?

Mas agora, o jeito é acabar, né?!

Ajusta e termina, Katia! #terminakatiatermina

E, para encerrar a semana, fui no Bazar Fora de Série do Elo7. Foi muito legal conhecer novos expositores, novas ideias e também reencontrar gente querida!

Não tirei foto com ninguém pois estava parecendo uma cobrinha trocando de pele (rs) por conta de um peeling que fiz semana passada. Na próxima eu tiro, prometo!

As compras foram estas:

Uma almofada com estampa de flamingos da querida Má “Colacorelinha” Stump, que já está na sala.

Uma luminária do Star Wars escolhida à dedo pelo marido, da i-Pat.

Tecidinhos e projeto da máquina de costura em tecido da Lu Gastal.

Por enquanto é isso!
Beijos e boas costuras!

Voltei a dar aulas! Primeira parada: Sesc Ipiranga
Uma nova sala, com almofadas e pufes renovados por mim!
Praticar, praticar e praticar sempre!

Olá!

Costurar é um ato mecânico, assim como dirigir ou como andar de bicicleta. A gente aprende e não esquece mais, com o tempo não tem problemas em usar máquinas diferentes pois o princípio de funcionamento é quase que o mesmo para todas.

Lembro bem da minha primeira aula de costura em 2011 com a mestra Patricia (beijo, Pat) quando ela, depois de saber as motivações que me levaram até sua aula, me disse que se eu sabia dirigir eu também saberia costurar. Porque é um exercício de conciliar as mãos no controle do tecido na máquina e saber dosar a força do pé no pedal que a acelera. Assim como comandamos um carro. Fez todo o sentido para mim.

Quem dirige há muito tempo movimenta o volante, troca a marcha e comanda os pedais de maneira praticamente automática, sem raciocinar muito sobre cada movimento. Isso também vale para a máquina de costura.
Depois que a gente acha fácil costurar reto, vem o desafio de costurar em curva, de colocar um viés e assim por diante. Nada dessas coisas é impossível, senão praticamente ninguém saberia fazer.

Montar peças de roupa “do zero” também funciona assim. É capaz que a primeira tentativa não fique perfeita, mas se a roupa tem potencial, vale a pena tentar mais uma vez.

Eu tenho algumas peças que eu gostei tanto que, mesmo com alguns defeitos iniciais, fiz de novo. Todas valeram a pena. E cada nova peça que saía, melhor ela ficava. Seja a costura na curva da blusa com mangas bem rodadas, seja o vestido que teve mais alguns ajustes no molde antes que um segundo fosse costurado, seja a pantalona que ficou boa em malha e também no linho com viscose.

Reuni neste post alguns exemplos de moldes que executei mais de uma vez ou de materiais que fui repetindo ao longo do tempo para mostrar para você:

Blusa Taffy – Molde do livro The Colette Sewing Handbook
1a blusa Taffy, em chiffon. Desisti dela, depois de muito tempo encostada, quando vi que a cortei muito torta, na época não sabia lidar com esse tipo de tecido. E ter que cortá-lo em viés só piorou a situação. Em algum momento eu tentarei de novo em musseline, por exemplo!

2a blusa Taffy, em algodão com acabamento em viés pronto com ponto ajour. Sabia que o modelo tinha potencial, então tentei em um tecido que eu sabia que conseguiria fazer. Ficou linda!

3a blusa Taffy, em algodão com acabamento em viés do mesmo tecido. Para ter uma versão da blusa em tecido de fundo escuro. Foi mais fácil ainda de fazer e o viés foi mais desafiador, mas deu certo quando dei o acabamento do viés em ponto invisível à mão.

4a blusa Taffy, em laise com acabamento em algodão liso. Acho que é a melhor de todas, com acabamento todo à máquina, foi fácil e muito rápido de fazer!

Vestido Crepe – Molde Colette Patterns
1o vestido Crepe: em algodão com faixa em tecido diferente e decote de coração. Ficou bem feito, mas eu conheço alguns defeitinhos dele. Precisou de ajustes que eu não conseguia prever ainda no molde. Ainda assim o resultado ficou bom e eu uso muito!

2o vestido Crepe: em algodão com faixa do mesmo tecido e decote canoa. Foi mais fácil de fazer, quase um ano depois, pois sabia dos errinhos do primeiro. Com os problemas e errinhos em mente, os ajustes principais foram feitos ainda no molde e ele ficou pronto mais rápido e assenta melhor que o primeiro. Gosto dele tanto quanto do primeiro!

Pantalona – Molde da revista Burda
1a pantalona: meu primeiro trabalho em malha, fiz todo na aula de costura, então todas as questões de modelagem foram resolvidas com a Lurdes, o que facilitou muito. Amo muito esta calça!

2a pantalona: fiz sozinha em casa, com o molde da primeira, em linho com viscose. Hoje eu teria feito um pouco mais larga, pois o linho não tem elasticidade como a malha e, apesar de assentar super bem no corpo, algumas costuras estão começando a ceder. Adoro usar quando está mais quente!

3a e 4a pantalonas: mesmo molde, em malha, mas fazendo toda sozinha em casa sem problemas. Fiz duas de uma vez, uma cinza para mim e uma preta para minha prima Fernanda. Fechei a peça na minha overloque, fiz toda a parte do cós na minha máquina e usei agulha dupla para fazer a barra. Tudo como eu tinha aprendido na aula.

As tentativas, para cumprir a função de pegar mais prática, também servem para saber lidar com tecidos mais difíceis, como o cetim, que tende a escorregar bastate.

Mistura de materiais e novos materiais:
1a peça forrada com cetim: vestido de crepe. Foi uma tortura para cortar o cetim e difícil também de preparar o forro. Quando chegou a hora de colocar o forro no vestido, muitos pequenos ajustes foram necessários para dar certo.

2a peça forrada com cetim, um ano depois: capa de lã. Manusear, cortar e costurar já foi bem mais fácil, sem grandes tropeços na hora da montagem da capa. A capa ainda não está pronta, mas até agora tem ido tudo bem.
Já outros dão certo logo de primeira, como tudo o que eu já fiz usando lã. Lã é uma delícia de costurar, fácil de manusear e meu guardarroupa de inverno agradece!

Peças em lã: saia em lã xadrez e saia em tweed.

Então, sempre que você achar que costurar não é fácil, lembre que andar de bicicleta ou dirigir um carro dificilmente sai perfeito de primeira. Treine mais um pouco, exercite mais o que falta aprimorar em novas peças e tecidos diferentes. Faça mais testes. Tenho certeza que o resultado lá adiante será muito compensador!

Beijos!

Um novo armário handmade para uma nova fase
Os tricôs de 2018
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação e várias outras coisas por admiração e escolha própria: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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Vencendo a minha maior resistência: vender!
Sobre Florescer em Pleno Inverno