Alinhavar é preciso!

Oi gente!
Esses dias estava tentando terminar um projeto de costura e me veio em mente o tema deste post.

Comecei a costurar faz cinco anos. Apesar de ser filha e neta de costureira, nunca tive vontade de costurar antes de engravidar, porque nunca tive paciência para muitos processos de costura, como por exemplo o alinhavo.
Como membro dessa nova geração de costureiras, gosto de tutoriais simplificados que utilizam técnicas simples. Ao invés do alinhavo, prefiro passar bem a ferro, de modo a poder fazer uma costura bem certinha. Mas nem sempre isso é possível, por isso repito pra vocês: alinhavar é preciso.

Não, não é perda de tempo, você não está atrasando seu trabalho em uma tarefa inútil, o alinhavo só vai garantir que sua costura fique reta e bem colocada, de modo a pegar todas as camadas de tecido e fechar a costura do jeitinho que você quer. Além disso, o alinhavo permite um excelente acabamento e foi justamente o que aconteceu no meu projeto.

Na primeira versão do projeto, juntei os dois tecidos, dobrados e vincados a ferro, alfinetei e passei a costura, resultado: um desastre! Além de não pegar o tecido de baixo, que ficou descosturado, o acabamento ficou muito ruim.

O primeiro projeto e o problema que tive com a falta de alinhavo.

Então, decidi alinhavar neste segundo trabalho, como as mulheres da minha família sempre fizeram e voilá: a costura ficou ótima e o acabamento perfeito.

O alinhavo em ação e o resultado bem lindo!

Fiquei bastante satisfeita, aprendi a lição e vim dividir com vocês: alinhavem, vocês não vão se arrepender!

Beijoca,
Ana

5 Anos de Blog – Minha Manta de Retalhos está de volta!
Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Costuras da Semana!

Olá!

Semana passada não teve post de costuras da semana por dois motivos: o feriado do Carnaval e também porque eu e o marido conseguimos viajar por alguns dias. Foi ótimo desligar da correria que anda rolando por aqui, mas voltar para casa é sempre bom, né?!

Por ter passado uma semana fora eu não tenho muito o que mostrar, mas lá vai…

Refiz as minhas alpargatas listradas pois, quando estava quase terminando, eu notei que tinha costurado a parte de trás dos dois pés ao contrário… Que raivaaaaaa! O jeito foi desmanchar tudo e refazer!

Pronta!

Como faltei na aula de Patchwork que teve antes do Carnaval, tive lição de casa para fazer e por enquanto está assim o meu Flying Geese:

Em progresso!

A próxima coisa que quero fazer é retomar a minha calça de pijama. Eu queria muito ter terminado a tempo de levar na viagem, mas não deu. Não tem problema, logo terei oportunidade de usar.

Colocando estas costuras em dia eu não consegui mexer na colcha, mas logo eu volto a fazê-la também!

Em breve mostrarei as compras da viagem por aqui (estou devendo muitos posts de viagem, acho que vou fazer todos de uma vez, rs).

Beijos e boas costuras

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Como fazer toalhas de mesa!
Minha colcha de retalhos – progressos de Dezembro e Janeiro

Olá!

E não é que voltei a fazer a minha colcha? Meus planos de terminá-la em 2014 não se concretizaram, mas depois de diminuir o ritmo de costura de roupas novas (entraram apenas os projetos especiais dos vestidos para o meu aniversário e para o ano novo, além da jaqueta bomber) e depois de não costurar quase nada por conta do calor, vi que era um bom momento para retomar este projeto.

Nos meses mais frios eram quando os trabalhos mais rendiam, pois conseguia ir fazendo um pouco por dia em frente à TV, enrolada na coberta, geralmente à noite. No calor, a estratégia foi me aconchegar no sofá, perto do ar condicionado de rodinhas, ainda de dia. Ou eu retomava a colcha ou eu ia fazer crochê. Escolhi voltar para a colcha.

Como eu contei no último post da colcha (faz teeempo, aqui), eu descobri ainda no ano passado que o meu “gargalo” era preparar os hexágonos de papel. Cheguei em dezembro com um tanto de “sanduíches” de tecido e papel para costurar e muitos hexágonos de tecido sem o papel correspondente. A colcha tinha ficado parada desde julho, veja só!

Resolvi driblar o gargalo mais uma vez e fui costurar os hexágonos que já tinham o papel. Fiz um pouco em dezembro (61 hexágonos) e retomei em janeiro (quando fiz mais 105). Quando eles terminaram, comecei a montagem da colcha.
Assim, eu consigo liberar os papéis para os hexágonos de tecido branco que ainda não têm.

Explico: os papéis ficam presos ao tecido até o momento de unir as partes. Em princípio, retira-se tudo só no final do trabalho, mas eu já testei tirar o papel só do meio do trabalho já costurado e dá certo! Nesta primeira parte do verso dá pra ver direitinho:

Primeira parte da frente

Verso já sem os papéis do meio.

Eu sou muito metódica, o que muitas vezes ajuda a organizar os projetos, mas tenho consciência que não posso ficar “engessada” quando uma etapa não progride. Terminei o mês de janeiro com um saldo de 166 hexágonos brancos prontos (de um total de 536) e que já estão sendo usados para unir as rosetas estampadas. Fiquei satisfeita por conseguir voltar a este projeto e também de encontrar uma nova forma de fazê-lo!

Comecei a unir as rosetas com os hexágonos brancos (saldo de 7 rosetas utilizadas, de 99), então posso dizer que a minha tão desejada colcha finalmente começou a tomar forma!

Trabalhando e torcendo para conseguir terminar a minha tão desejada colcha em 2015!

(Se você quiser acompanhar toda a saga da minha colcha, é só clicar aqui. É o mesmo link “Patchwork – Minha colcha de retalhos” da barra superior).

Beijos!

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Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação e várias outras coisas por admiração e escolha própria: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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