Look do Dia: Um vestido de paetês para saudar 2020 e brilhar na quarentena

Mais uma peça feita antes da quarentena para ser mostrada por aqui. Eu queria chegar em 2020 com um vestido rosa e brilhante. Costurei este vestido em 31/12, bebendo espumante e ouvindo música. Foi uma delícia. Meus desejos para 2020 eram que fosse um ano mais calmo (meus neurônios “fritaram” em 2019 sim, só que eu mal sabia o que viria em 2020, hahaha) e que eu vivesse um amor novo e verdadeiro. Estava pronta pra isso. Eu estava prestes a sair de um relacionamento que nunca se assumiu um relacionamento (aff), mas que estava sendo o maior período com alguém desde o divórcio. E eu já estava em paz com isso tudo. Queria (e ainda quero) algo de verdade. Isso eu sei que vai acontecer na hora certa.

Comprei os tecidos para este vestido no começo de dezembro, junto com a seda maravilhosa que usei para costurar um vestido para o meu aniversário de 40 anos (porque eu merecia ter esse ritual do meu auto-presente de volta e o cumpri lindamente). Logo menos devo mostrar esse vestido também, ficou maravilhoso!

Eu já não me considerava supersticiosa até dois anos atrás, quando revi todo o meu sistema de crenças. Na verdade, eu sigo não sendo supersticiosa. Não faço nada só por fazer ou porque “dá sorte”. Eu acredito que a nossa sorte é a gente que faz. Hoje em dia eu acredito muito que pequenos rituais feitos com propósito cumprem uma função e vestir rosa e brilhos na passagem do ano serviu para demonstrar para mim mesma o que eu (ainda) quero para 2020.

Um vestido de paetês

O molde escolhido é o Bailén Top and Dress da Pauline Alice, que eu já tinha feito em 2017 em veludo. As minhas medidas mudaram de lá pra cá e eu reduzi o molde em um tamanho e meio. O vestido é cortado no viés, o que me levou a pensar se deveria fazer isso pois o tecido da vez era uma malha com os paetês bordados sobre ela. Acabei decidindo por desencanar e costurar a malha como se fosse tecido plano: com o tecido no viés e também com as pences de busto, que depois foram refiladas para não ficarem armadas por causa dos paetês. Também levei em consideração como ficariam os brilhos dos paetês se ficassem retos ou na diagonal. Mudava um pouco e preferi deixar no viés mesmo, até para manter um bom caimento.

O vestido de veludo foi feito com costura francesa, como indicava o projeto, mas internamente ficou grosso por conta do volume do veludo. Como ele é larguinho, não chega a aparecer por fora. No paetê eu fiz costuras simples mesmo. Na coisa toda de fazer o vestido no mesmo dia de usar, rs, está sem um acabamento interno decente até hoje. Por ser malha, o tecido não desfia, mas os paetês acabam pinicando (casa de ferreiro, espeto de pau, eu sei). Em algum momento, voltarei para colocar um viés interno na peça ou mesmo um forro, prometo!

O viés que dá acabamento às cavas e também forma o decote e as alças foi feito com um crepe levinho e deixou o acabamento bem delicado, eu gostei!

(Clique em uma das fotos da galeria para ver em tela cheia!)

Looks dos Dias – Reveillón e Dia dos Namorados

Eu usei o vestido pela primeira vez na virada do ano, que passei na casa de uma amiga muito querida (beijo, Keiko!). Coloquei saltão, acessórios grandes e caprichei na maquiagem. Foi também o momento em que estreei o atual fundo cinza das fotos de look, na sala de TV.

A foto que postei no dia é uma das minhas preferidas na vida!

No último dia dos namorados, eu resolvi usar o mesmo vestido. As roupas especiais não precisam ficar guardadas no armário por não podermos sair com elas por enquanto. Nesses tempos de quarentena, vi pessoas usando paetês ou até roupas como vestidos de noiva em casa e achei legal também fazer isso por mim mesma. Eu me dei folga nesse dia, aproveitei para ajeitar a decoração da cozinha que eu mesma pintei em maio. Coloquei o vestido, me maquiei, coloquei acessórios, comi bem e curti o dia. Foi o primeiro 12 de junho em paz em alguns anos.

 

 

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Hoje eu me dei o dia de folga. É o primeiro dia dos namorados em anos que eu sinto que o meu coração está em paz. Nos dois últimos anos foram dias horríveis, de uma dor que parecia não caber em mim e tinha uma sensação de vazio junto. Hoje eu me mimei o dia inteiro, terminei de decorar a cozinha, que eu mesma pintei em maio. Fiquei perto dos meus filhotes o dia todo. Escolhi dois tecidos bem lindos do meu acervo para finalmente voltar a costurar para mim. Coloquei o vestido de paetês que costurei para o Réveillon e passei batom vermelho. Lembrei que costurei esse vestido no dia 31/12, tomando vinho e ouvindo música. Meu coração está em paz hoje como estava naquele dia. Finalmente sei que tem lugar pra mais um no meu coração e que, enquanto ele não for ocupado, não estarei vivendo um vazio de novo. Aprendi a existir pra mim mesma primeiro, coloco amor em tudo o que faço, tenho amigos e família que amo demais também. Tirei o dia de folga e resolvi celebrar essa paz, mesmo em tempos de caos no mundo. Feliz dia do amor pra todo mundo! #escrevekatiaescreve #costurakatiacostura

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Vestido de paetê: Tecidos de malha com paetês e crepe da Mittus Tecidos; molde gratuito Bailén, da Pauline Alice.
Tênis: Nike

Pulseira: Luiza Dias 111
Colar de cobre e linha: comprado na Alemanha (2018).

Mais um motivo para fazer um vestido rosa para o Reveillón: eu acabava deixando os vestidos brancos encostados no armário. Hoje sei que é porque não me favorece tanto, já que branco não está na minha cartela (assim como preto e cores quentes também). Mesmo sendo um vestido de paetê, fiz com a intenção de continuar a usar com tênis, como fiz nesse dia e, por exemplo, uma jaqueta jeans por cima.

Sempre digo que datas comemorativas podem ser opressoras. O dia das mães foi o meu pior dia da quarentena por não poder ficar com a minha mãe. Contei um pouco sobre esse período aqui. O dia dos namorados em 2018 e 2019 foram bem pesados para mim, assim como o dia dos pais passou também a ser um dia bem melancólico. Então, me dar o dia de presente foi algo muito bom!

Uma nova cozinha

No final de abril eu estava faxinando a cozinha de casa, já à noite. Afastei as cadeiras para passar pano embaixo da mesa e fiquei ali perto esperando secar, já bem cansada. Observando o cômodo, vi que as cadeiras estavam com os estofados muito manchados e também já começando a rasgar. Foram 13 anos de casa cheia e as cadeiras estavam dando sinais de cansaço. Olhei bem pro azul turquesa das paredes e não me identifiquei mais com ele, achei escuro e frio demais. Não me animei mais com a decoração.

A cena da faxina que me fez pensar: “não gosto mais de como as coisas estão aqui”, rs

Mandei uma mensagem para o tapeceiro aqui do bairro, que já tinha refeito os dois sofás e as duas poltronas de casa para saber se ele estava trabalhando. Ele prontamente respondeu que sim e, no dia seguinte, já levou as cadeiras embora. Como eu não estou recebendo ninguém em casa, era um bom momento para ficar sem cadeiras por um tempinho, não iriam fazer falta.

Aproveitando que as cadeiras já tinham saído, comprei tinta, arrastei o buffet de louças para a sala e pintei a cozinha. Levei uma semana, hahahaha. Faz tempo que eu queria ter alguma parte da casa pintada de rosa mas ainda não tinha achado o tom ideal. Aí, vendo os Stories das pinturas na casa linda da Isadora Attab (beijo!), catei a dica da cor com ela e saí correndo pra encomendar a tinta sem nem testar antes, rs. Acabou que, escolhendo as fotos deste post, vi que a cor do vestido e da parede ornaram, hehehe. Um rosa bonito sem ser fofo demais.

Foi uma novela a pintura pois cobrir aquele azul deu trabalho. E o trabalho valeu a pena. Amei as cores novas. Agora a cozinha está mais clara, com as cadeiras renovadas numa cor mais escura. Eu fiquei tanto tempo lá pintando que eu depois enrolei um mês para definir a decoração. Praticamente tudo já estava na minha casa, foi só mudar de lugar mesmo. Os bordados estavam em uma parede que agora não tem praticamente mais nada (tenho novos planos para ela também). Organizei o buffet para ficar com as bebidas mais à mostra, assim como agora tenho plantinhas ali, finalmente!

(Clique em uma das fotos da galeria para ver em tela cheia!)

Para terminar, quero fazer um caminho de mesa novo, seguindo um projeto que tenho vontade de fazer há anos e, nessa revisão do ateliê, vou separar os materiais para isso. Só que não quis esperar essa peça ser feita para mostrar nem quis esperar para celebrar a renovação, que tenho sentido tão necessária nesses tempos de quarentena. Assim como não quis esperar poder levar o vestido de paetês pra passear na rua para vestí-lo de novo.

Depois de compreender a euforia de 2017, vejo que hoje eu não me sinto realmente feliz. E tá tudo bem admitir isso também, sabe? Eu me sinto muito grata todos os dias por estar segura em minha casa e, primeiramente, por ter uma casa, saúde, trabalho e comida no prato. Também sou grata demais pela minha família, meus doguinhos e meus amigos. Mas não tenho me sentido realmente feliz. A vida como está hoje, longe das pessoas e sem poder andar tranquilamente por aí, não é o que eu quero para mim. Porém, esse retorno aos cuidados com a casa, com a comida, ficar o tempo todo com os meus bichinhos e os desafios do trabalho online me trazem alegrias diárias e eu não posso deixar de celebrá-las.

Vamos seguir com os cuidados para ter pequenas alegrias diárias!

Look do Dia: Slip Dress de Veludo!
Dark, a compreensão da passagem do tempo e um gorro de tricô
Costuras na Quarentena, Máscaras de Tecido e Recomeço do Ateliê

Quando entramos em quarentena, eu estava dando aulas presenciais, tanto particulares e à domicílio quanto em grupo em locais parceiros. Eu mesma não estava costurando nada para mim pois andava muito ocupada atendendo as minhas alunas e, como eu sempre digo, vê-las produzindo me deixa tão satisfeita como se eu mesma estivesse costurando.

Ao adotar o distanciamento social (sigo assim, há mais de três meses agora), precisei reinventar o meu trabalho que era essencialmente presencial. Passei a atender on-line e preparei um espaço na minha sala de TV, que hoje eu realmente posso chamar de home office, para poder trabalhar, aproveitando o sinal melhor da internet e também a boa iluminação (contei um pouco da reformulação deste espaço aqui).

Eu me recolhi aqui no meu cantinho e não estive costurando até pouco tempo atrás. Como deu pra notar nos posts anteriores, tricotei duas blusas (aqui e aqui), fiz uma almofada de crochê (aqui) e bordei. Outros trabalhos estão rolando e logo menos eu vou mostrar. Costurar que é bom… nada.

Aí veio a recomendação para usarmos máscaras ao sairmos de casa. Pouco tempo depois, a recomendação de usarmos inclusive máscaras de tecido. Logo fui fazer máscaras para mim, para a minha família e também para atender a algumas encomendas.

Fiz tudo na mesa da cozinha, pois meu ateliê anda desordenado ao máximo há anos. Algumas arrumações superficiais foram feitas ao longo do tempo, mas logo menos estava bagunçado de novo e eu não conseguia manter uma rotina legal por lá.

Até agora, eu produzi três pequenos lotes de máscaras de tecido. Usei muitos tecidos que eu já tinha aqui em casa, o que me deixou muito satisfeita por dar um destino para eles. Usei os elásticos que eu tinha e depois comprei uma peça grande para continuar a fazê-las.

Mas, confesso, foi bem difícil costurar os dois primeiros “lotes”. Eu não estava bem, não ficava feliz ao costurar. Era uma sensação agridoce: uma alegria de poder usar um conhecimento que tenho e materiais adequados que estavam à mão para poder oferecer proteção em meio à pandemia junto com a frustração de costurar máscaras de tecido exatamente por estarmos vivendo uma pandemia. Sei lá, a sensação que eu tinha era que eu tinha aprendido a costurar porque queria fazer coisas legais e bonitas e, apesar das máscaras terem ficado bonitas, o mundo não é mais o mesmo e precisamos delas para viver nossas vidas fora de casa. Enfim, sensações conflituosas. Contei um pouco neste post do insta:

 

 

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Hoje pela manhã eu fui levar máscaras de tecido que eu costurei para a minha família. Usar o que julgo fazer melhor na vida para proteger as pessoas que eu amo é confortante. A cada pacotinho entregue, um carinho recebido mesmo eu estando na calçada e de máscara. Ganhei bolo de cenoura da minha tia @frederica_oliva e biscoitos da minha mãe. Sabor de infância e aconchego em dose dupla. Chorei muito ao sair de cada encontro sem poder beijar ou abraçar, depois de alguns minutos de conversa separada pelos portões das casas ou da afilhada que veio dar oi rapidinho na janela antes de voltar pra aula on-line da escola. Se tudo vem em duplas, como o texto que li hj desse livro lá nos Stories, a saudade anda junto com o amor, a dor anda junto com a empatia. E, apesar de morar “sozinha” (entre aspas pq tenho Luke e Leia), nunca estive solitária por ter a minha família sempre por perto. Hoje tá difícil fazer qquer coisa pq tô mto emotiva e não consigo me concentrar, mas me sinto abençoada por saber que a minha família está bem e segura e que no momento certo estaremos todos juntos de novo! #escrevekatiaescreve #costurakatiacostura

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E, nesse processo todo de se adaptar ao que temos hoje (não quer dizer que esteja bom e sim que é o melhor a ser feito em função da situação atual, principalmente aqui no Brasil) eu entendi porque meu ateliê esteve abandonado. Entendi também o que precisava ser feito para retomar esse espaço num novo formato, onde eu poderia voltar a costurar para mim e também poder dar minhas aulas on-line. E tudo isso me ajudou a ter vontade de costurar para mim mesma de novo.

Mas esse texto ia ficar gigantesco, hahahaha. Aí resolvi gravar um vídeo pra contar melhor! (mais uma retomada, né? O último vídeo que gravei tinha sido este aqui).

 

Tem dado trabalho mas está sendo bom. Assiste o vídeo e vem bater um papo comigo depois? Pode ser por aqui ou lá no Insta mesmo!

Estou de volta às costuras e isso é muito significativo para mim!

Beijos e boas costuras!

Look do Dia: Um vestido de paetês para saudar 2020 e brilhar na quarentena
Dark, a compreensão da passagem do tempo e um gorro de tricô
Look do Dia: Blusa de tricô rendado!

Eu comecei a fazer essa blusa em fevereiro do ano passado. Eu estava em uma fase ótima em que, como eu disse nos posts anteriores, eu queria me vestir “pra causar” e finalmente eu estava muito confortável com isso.

Eu sempre fui meio resistente a usar roupas transparentes. A cisma com o peito pequeno ou com as gordurinhas que acabariam aparecendo faziam com que eu usasse pouco. Mas a Katia de 2018 em diante, diante de toda uma redescoberta do próprio corpo – de que tá tudo bem com ele do jeitinho que ele é – e das novas vontades, desencanou de tudo isso e passou a adorar uma transparência sim.

Eu tenho uma camisa transparente linda, de muitos anos, que eu tinha vergonha de usar. Hoje não mais. E, quando eu e a Evlyn pensamos nas transparências que eu poderia usar, buscamos experimentar também caminhos menos óbvios: tricôs de tramas abertas ou então recortes transparentes em algumas peças. Eu entendi também que um decote nas costas me agrada bem mais do que um decote na frente da peça. Aí, juntei tudo isso e resolvi tricotar uma peça de algodão.

Uma blusa de tricô rendado

Além de resolver fazer uma blusa que juntasse todas estas minhas vontades, eu também queria fazer mais blusas fresquinhas. Porque fiz muitos tricôs quentinhos ao longo dos anos e creio que tenho o suficiente (lembrando que fiz duas blusas novas nessa quarentena, posts aqui e aqui). As blusas quentinhas acabam sendo usadas em pequena parte do ano enquanto as mais fresquinhas acabam tendo mais uso ao longo do ano. Eu percebi isso ao ver o quanto eu uso uma primeira blusa de algodão que tricotei em 2017 (e que uso ainda mais de 2018 pra cá).

Comecei esse tricô em fevereiro do ano passado, super no pique de me vestir “pra causar” e terminei em julho. Bem no ritmo que eu sempre fiz meus tricôs. Nesse tempo aconteceu muita coisa na minha vida e eu aceitei que era assim que meus projetos continuariam a ser feitos: sem pressa. Eu tinha que prestar bastante atenção a cada carreira para não bagunçar o desenho (isso aconteceu algumas vezes, rs), mas chegou uma hora que eu já praticamente tinha decorado a sequência e foi muito gostoso aprender um ponto rendado.

A blusa tem mangas japonesas e um decotão nas costas. Era exatamente o que eu queria, hahahaha! O fio de algodão bem macio faz com que a blusa seja uma delícia de usar e também ajuda muito a ressaltar o ponto rendado.

(Clique em uma das fotos da galeria para ver em tela cheia!)

Eu usei duas meadas inteiras e um pouco da terceira do fio Multicabo (100% algodão, da Eurofil – Argentina) na cor 5044 (Natural/Cru) e agulhas 5,5mm de tricô. Para não enrolar a parte de baixo da blusa, fiz um acabamento em ponto baixo com agulha 3,5mm de crochê. O projeto é da Novelaria e foi adaptado às minhas medidas e minhas preferências (como a escolha do fio e também o decotão das costas, rs). Comecei fazendo com a professora Leonor e terminei com a professora Solange (a minha professora de anos, que passou uns meses fora naqueles tempos).

Blusa fazendo sucesso desde 2019

A estreia oficial da blusa foi assim que terminei a peça, em mais uma das reuniões da Craft Gang (que saudade!). Vivi Basile querida fotografou pra mim, mas ficou tudo aqui parado nos tempos de limbos de posts. Vou postar agora pois… saudades de estrear peça nova nos encontros com as amigas!

(Clique em uma das fotos da galeria para ver em tela cheia!)

Mas a aparição mais caprichada desta blusa foi em agosto, quando fiz novas fotos com a Sharon, minha fotógrafa preferida no mundo! Assim como em outros momentos da minha vida, queria muito ter um registro deste momento novo, em que a família é composta por mim, Luke e Leia e que eu estou feliz com tudo o que estou construindo!

(Clique em uma das fotos da galeria para ver em tela cheia!)

E, já que eu falei tanto de look “pra causar” pré pandemia, aqui vai um deles!

Look do Dia: Aula de costura e degustação de vinho!

Eu uso muito esta blusa desde que eu a terminei, até mesmo agora na quarentena! Colocando a blusa com um belo top por baixo, funciona bem com qualquer parte de baixo que eu tenho! Então, no meu movimento de voltar a me arrumar em tempos de quarentena, essa blusa continuou entrando nos meus looks. Neste dia, dei aula pela manhã, continuei a trabalhar à tarde nos meus projetos e à noite tinha encontro da Castália – Mulheres do Vinho.

Sim, resolvi aprender mais sobre vinhos nessa quarentena! Eu tomo vinho todo dia há anos, mas me prendi aos rótulos de sempre e vi aí uma oportunidade de aprender algo novo relacionado ao que já gosto muito! Os encontros virtuais semanais estão sendo maravilhosos: conheci pessoas novas, uvas novas, identificar sabores e aromas, ver o que gosto ou não gosto… É um respiro que eu tenho atualmente, estou adorando! É a parte da semana em que eu me desligo do mundo craft um pouco e também da rotina da casa!

Blusa de tricô rendado: Fio Multicabo – 100% algodão – da Eurofil (Argentina), na cor 5044 (Natural/cru). Tecida com agulhas 5,5mm e acabamentos em crochê com agulha 3,5mm. Receita ensinada pelas professoras Leonor e Solange durante as aulas na Novelaria.
Top de renda: Loungerie
Pantacourt de Malha: molde da pantalona da revista Burda Portuguesa de 02/2012, tecido ponto Roma da Tissus Reine (Paris). Primeira aparição da pantalona aqui. Post da transformação da pantalona em pantacourt aqui
Colar: Feixe Acessórios

Este é um dos tricôs mais acertados que já fiz! Sensação de missão cumprida com muito sucesso!

Look do Dia: Um vestido de paetês para saudar 2020 e brilhar na quarentena
Dark, a compreensão da passagem do tempo e um gorro de tricô
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação e várias outras coisas por admiração e escolha própria: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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