Costuras da Semana!

Olá!

Essa semana que passou teve costura sim, mas nada terminado para eu mostrar agora…
Ainda assim, vou mostrar as costuras “em progresso”!

Na aula de modelagem, levei preparado o que se tornou a minha base de corpo (Podia ter foto dessa parte, mas esqueci…). Lá ela foi alfinetada, riscada, descosturada e virou molde em papel com duas variações de pences. Esta semana eu espero que isso tudo vire um vestido reto no crepe verde esmeralda que eu comprei!

Detalhe do corte princesa tomando forma, adoro este nome

Ajustes em andamento:
– Barra em um vestido vermelho que eu adoro, minha mãe marcou a altura para mim. Vou encurtar um pouco para ficar melhor quando usar sem salto.
– Ajustes na cava e decote de uma blusa azul marinho com peplum que eu costurei no final do ano passado. A peça vai ficar sem mangas porque eu e a minha mãe cismamos com ela, rs! Essa blusa foi “cobaia” feita em um tecido baratinho de algodão. Depois de ajustada, vai ganhar versão nova em tecido lindo!

Vestido e blusa na fila para os ajustes.

Testes dos pontos de Novinha: ao fazer o post sobre a escolha da máquina de costura, vi o quanto o manual da máquina da minha mãe é mais completo que o manual da minha. Não sei qual o uso e como ajustar a máquina para boa parte dos pontos que ela faz.
Estou reconhecendo os pontos da minha máquina testando um a um em um pedaço de algodão, vai virar uma cola para mim e um post no futuro!

Quebrando a cabeça…

Por enquanto é isso!
Semana que vem tem mais costuras!

Beijos!

Meus 11 anos de costuras – um giro por 2019 (parte 1)
Lendo Bell Hooks: “Ensinando a Transgredir – A Educação como Prática da Liberdade”
A Escolha da Máquina de Costura

OBSERVAÇÕES DO FUTURO (RS), DE 2018:
1. A Singer Facilita Pro 4423 foi substituída em 2015 pela Singer Facilita Pro 5523. A comparação entre os dois modelos está neste post. Depois, foram substituídos por novos modelos, que mostrei neste post.

2. Um novo post, com informações mais completas e atualizadas sobre este assunto, feito em 2017, está aqui.

Olá!

Estava aqui preparando alguns outros posts, mas resolvi passar o assunto “Máquina de Costura” na frente. Explorar o assunto inicial, sobre como escolher e como usar uma máquina me pareceu muito importante!

Eu comprei minha Novinha, conhecida também por Singer Facilita Pró 4423 há menos de um mês mas… como cheguei à conclusão de que esta era a máquina a ser comprada?

Pois é, não vou dizer que escolhi rapidinho, tive muitas dúvidas e perguntei bastante antes de resolver comprar. Olha, eu acho que eu levei uns dois meses pra bater o martelo mesmo!

Eu percebi que a escolha e a compra de uma máquina de costura é algo muito pessoal, assim como muitas coisas na vida.

A primeira vez que participei de um processo de compra de uma máquina nova foi quando a minha mãe resolveu dar descanso para a Velhinha (que lá na casa dos meus pais não tinha esse nome, rs!) e comprar uma máquina nova e mais moderna.

Isso foi no começo de 2007 e o critério de escolha da minha mãe foi que se uma Elgin a atendeu tão bem por 45 anos, naturalmente a seguinte também seria uma Elgin, só que agora mais moderna e com mais recursos, ainda que doméstica.

Não tínhamos outras pessoas para perguntar e pedir sugestões na época, então buscamos na internet quais eram as máquinas Elgin disponíveis.

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Elgin Genius – JX 4000

Minha mãe escolheu a Elgin Genius, compramos pela internet (acho que no site do Magazine Luiza) e poucos dias depois estava lá a máquina nova.

Ela gosta muito da máquina e resolve bem o que ela queria: fácil de guardar, com pontos para acabamento (se bem que eu acho que ela só usa o ponto reto e o ziguezague). Eu já usei algumas vezes e gostei também, só acho um tiquinho barulhenta, rs!

Um ponto positivo é que, além de um manual de instruções muito bem ilustrado e bem explicativo, vem junto um DVD com as instruções em vídeo. Ela tem 14 pontos, faz casa de botão e pesa 7Kg (Sim, o peso é importante se você pensa em levar a máquina para algum lugar, ou mesmo para movimentá-la dentro de casa!).

E olha só, olhando hoje o manual que peguei no site da Elgin, vi que a máquina da minha mãe faz boa parte das coisas que minha Novinha faz (como os pontos flexíveis), não fazia ideia!

Um tempo se passou, comecei a ter aulas de costura em 2011 e em outubro minha mãe deu a Velhinha pra mim… Ai que emoção!

Além de herdar uma peça que tem história, eu não gastei muito para colocar a Velhinha em uso de novo. Foi só uma revisão que incluiu limpeza e lubrificação. Não tinha nada quebrado, só a chapa da agulha foi trocada por estar meio detonada e instalei um motor.

Quem fez esse serviço pra mim foi o pessoal da Mari Máquinas, em Pinheiros. Recomendo muito!

Lá me ensinaram a lubrificar a máquina e saí com bobinas e agulhas compradas também.

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Minha Velhinha (Elgin Standart) da década de 60!

Fiquei surpresa ao encontrar no site da Elgin o modelo da Velhinha!

Tem o modelo da Velhinha “zero quilômetro” e motorizada de fábrica e também a Velhinha “zero quilômetro” como a minha, sem motor de fábrica e com móvel!

A Elgin Standart (agora eu sei o nome oficial!) só costura reto e pesa 12kg. Eu lembro bem do peso dela quando a levei pro mecânico, rs

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Elgin Standart

Aí, eu comecei a querer uma máquina nova no final do ano passado, quando fiz algumas peças de roupa que ficaram sem acabamento por dentro (que coisa feia, Katia, não podeee!)

Primeiro, eu pensei em comprar uma máquina “mini” porque eu guardaria facilmente e só usaria nas situações em que a Velhinha não poderia resolver. Mas depois fiquei com receio de ser muito frágil ou coisa assim. Descartei a ideia.

Passou pela cabeça comprar uma máquina industrial, pois é resistente e forte. Mas continuaria só com o ponto reto… Fora que ela ocupa bem mais espaço e eu não teria como acomodar uma industrial (e uma overloque provavelmente) no meu quartinho. Descartei também.

Perguntei então para a Ana, que tem uma Brother CE-4000, que ela adora!

A primeira vez que eu usei eu estranhei muito, mas eu é que não estava acostumada com máquinas computadorizadas, rs! Esse modelo tem 40 pontos e 5 estilos de caseado, uau!

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Brother CE-4000

Ela é bem leve, pesa só 5Kg, tanto que a Ana até levava para a aula em uma mochila!

Eu acabei também perguntando para as pessoas que conheço e que dão aulas de costura quais máquinas elas tinham e se davam conta do recado. Além de serem utilizadas por muitos alunos, ainda tem a questão de “aguentar o tranco” de quem às vezes ainda não sabe manusear uma máquina direito, sabe?

Então, recebi as seguintes respostas:

– A Patrícia Cardoso, indicou alguns modelos da Singer (algumas eletrônicas e outras não, entre elas a Facilita Pro).

– A Vivi, do Ateliê Basile, tem uma Singer em casa, no ateliê todas são Janome 2008 e estavam indo muito bem lá.

– A Isamara Freire, que já me deu aulas de modelagem, também indicou máquinas da Singer.

No fim, fiquei entre a Singer Facilita Pro 4423, a Singer Brilliance 6180 (eletrônica) e a Janome 2008, que é super fácil de usar, bem silenciosa, tem 8 pontos (que inclui o caseado), parece ser bem resistente (e promete costurar até 8 camadas de jeans) e pesa 7Kg.

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Janome 2008

Mas o que me fez então decidir pela Facilita Pró 4423?
Olha, devo assumir que o site da Singer facilitou muito a escolha, já que as informações estão bem ordenadas e tem o recurso de comparação entre os modelos da empresa. Também tem como você clicar nos recursos que você quer ter em sua máquina e ela recomenda os modelos mais adequados.

Influenciou a Facilita Pro ter a estrutura interna toda de metal, por isso ela pesa um pouco mais que as máquinas domésticas que eu tinha pesquisado. Em compensação, faz com que ela seja mais resistente e estável. Além de ter os pontos que eu procurava para acabamento.

Alguns vídeos como este abaixo também ajudam na escolha:

Não me importei com o fato de ela não ser eletrônica e o valor dela cabia no bolso (R$ 746,10 à vista, no site do Magazine Luiza).

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Minha Novinha (Singer Facilita Pro 4423)

Então, aqui vão as especificações da escolhida, a Singer Facilita Pro 4423, conhecida por aqui como Novinha!

  • Pontos Básicos (reto/ziguezague), Essenciais (3 pontinhos/bainha invisível), Flexíveis (para costurar malhas) e Decorativos.
  • Casas de botão em 1 passo.
  • Braço livre com base revestida em aço inox que facilita costura de mangas, punhos e barras.
  • Comprimento e largura do ponto ajustáveis.
  • 3 posições de agulha
  • Rebaixador dos dentes para bordados livres e pregar botões.
  • Ajuste da pressão da sapatilha para diferentes tipos de tecidos.
  • Costura várias camadas de jeans.
  • Velocidade de 1.100 pontos por minuto que torna a costura mais rápida.
  • Estrutura interna de metal que aumenta a estabilidade na costura.
  • Passador de linha na agulha.

Estou gostando muito da máquina, está se mostrando muito estável e o manuseio é fácil.

Só o manual de instruções que não é muito completo e eu estou quebrando a cabeça para desvendar como usar parte dos pontos com os quais eu não estou habituada a costurar.

(Atualização em 03/07/13 – Veja aqui o post sobre os pontos da minha máquina.)

Para encerrar, buscar informações com conhecidos e também pela internet é a melhor forma de pesquisa, pois as lojas de varejo que visitei (Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza) tem só um ou dois modelos expostos, geralmente num cantinho escondido perto dos eletrodomésticos portáteis (ai que tristeza!) sem que nenhum vendedor saiba explicar detalhes mais técnicos.

A Mari Máquinas também vende máquinas usadas e revisadas por eles, o que pode ser uma opção!

Ufa!

Espero que tenha gostado e, se você estiver procurando uma máquina, que eu tenha conseguido contribuir com algo!

Teremos mais posts sobre máquina de costura, aguarde!

Beijos!

A Escolha da Máquina de Costura – um novo post
Novidades Singer Facilita Pró
Costuras da Semana!

Ufa! Essa semana tem costura pra mostrar! Eeehhh!
Mas quase que seria uma só, pois tomei uma canseira danada do primeiro projeto da semana, que era trocar o debrum do cobertor que o marido tem desde solteiro (pelas nossas contas, ele já deve ter uns 20 anos e continua tããão gostoso!)

Pois é, o cobertor é macio e gostosinho mas o debrum (aquela borda acetinada que dá acabamento, sabe?) estava dando sinais de cansaço há um tempo… Para piorar a situação, depois que veio morar aqui em casa um comedor de praticamente tudo chamado Luke Skywalker (meu Golden Retrivier de quase 2 anos de idade), o cachorro detonou o que já estava “mais ou menos”. Nem tem foto do “antes” pra mostrar, mas estava precário!


Projeto “Debrum Novo” prestes a começar

Primeiro, retirei o debrum antigo, o que levou um pouco mais de uma hora.
Aí fui colocar o debrum novo. O que eu comprei chama Renova Cobertor, da marca Fitex, com 8,5m de comprimento, na cor azul marinho.

Começou então a saga… Primeira tentativa, tentar colocar o debrum como se fosse um víes gigante, pra ficar com um acabamento parecido com o do debrum original. Não deu certo porque ficaria estreito demais.
Desmanchei e resolvi apenas usar a dobra que já vem no meio da fita como referência e passar uma costura reta, já que o debrum lembra muito uma fita de cetim, que não costuma desfiar nas laterais. Seria lindo se o danado do debrum não escorregasse mais que chão ensaboado, a parte de baixo do “sanduíche” debrum + cobertor + debrum sempre deslizava e ficava com aparência repuxada enquanto a parte de cima parecia ok.

Imaginei que estaria acontecendo isso pelo movimento dos dentes da máquina, já que eles é que levam a costura para trás. Como Novinha tem o recurso de rebaixar os dentes, eu fiz isso mas não consegui fazer o cobertor deslizar para trás, talvez por ser muito grosso (ou por não saber lidar mesmo, já que é novidade para mim).

Desmanchei de novo e fiquei pensando em algo que resolvesse, já que agora o cobertor não tinha debrum nenhum e assim não poderia ficar.

Aí veio em mente o que a minha mãe sempre me disse: “você usa alfinetes demais, tem que alinhavar e não alfinetar!” Sim, mães são seres sábios e superiores que sempre te falam a coisa certa, na hora certa.
Lá fui eu alinhavar o debrum no cobertor. Só assim a costura começou a render, pois mesmo com o movimento dos dentes da máquina o debrum já não escorregava mais do que o restante da peça.

Depois de quebrar a cabeça na terça-feira e na quinta-feira da semana passada, o debrum novo está no cobertor.

Sobrou ainda cerca de 40cm do debrum que comprei.


Alinhava que dá certo

Faria de novo? Sim, mas só porque agora eu peguei a “manha” do processo todo. Por outro lado, procuraria outra opção de marca (provavelmente deve existir, mas eu só vi da marca Fitex até hoje), pois o debrum novo não parece ter a mesma qualidade do que o estava originalmente no cobertor. E compraria duas peças, mesmo que sobrasse, pois se algum acidente tivesse acontecido eu teria ficado na mão.

Livre do projeto que era pra ser simples mas não foi, lá fui eu ajustar um vestido que eu adoro!
Sabe aquela roupa que você experimenta e não fica perfeita no corpo logo de cara, mas ainda assim você leva porque acha que ela tem potencial?

Foi o que aconteceu com esse vestido longo da Hering.

Primeiro, foi uma barra de uns 20cm que eu tive que fazer, com o auxilio da mamãe marcando e alinhavando lindamente. Eu tive só que passar na máquina.

As cavas estavam um pouco folgadas, mas esperei emagrecer um tiquinho para poder ajustar.
Minha mãe mais uma vez me ajudou nas orientações, aí foi fácil costurar. Foi rapidinho e uns 4cm do total foram embora! Mais um ajuste à mão no forro da frente que teimava em aparecer e um botão quase caindo que foi recolocado e pronto!


Vestido marcadinho e alfinetado, pronto pra ir pra máquina

O vestido GG muito comprido mas que tinha potencial virou um vestido tamanho G bem direitinho no corpo. Quero logo usá-lo de novo!


Ah, agora sim

Parti então para o projeto fofo que estava na fila que era fazer a xícara de tecido da Lu Gastal.
Achei bom porque pude aproveitar alguns tecidos que combinavam bem e as explicações que vieram com o molde foram suficientes para concluir.

Terminei hoje e olha como ficou!


Só falta o chá

O que eu também gostei é que eu consegui usar uma manta acrílica que estava encostada por ser muito grossa para costurar na Velhinha, principalmente quando tinha mais de uma camada da manta para costurar. Novinha aguentou bem o trabalho e também já fui treinando o pesponto para dar acabamento. Isso sempre ficava lindo quando feito na Velhinha, já que o pé calcador dela é bem estreitinho e facilitava este trabalho.

Já estou guardando as bobinas da Novinha na xícara, pois acho aquela gavetinha da própria máquina muito apertada, rs!

Espero que tenha gostado das costuras desta semana!
Beijo!

Meus 11 anos de costuras – um giro por 2019 (parte 1)
Lendo Bell Hooks: “Ensinando a Transgredir – A Educação como Prática da Liberdade”
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação e várias outras coisas por admiração e escolha própria: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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