Versões novas e costurices

Olá gente, como estão?

Nesse post vim apenas mostrar o que eu ando fazendo com a minha super companheira maquininha! Como havia falado para vocês, retomei os vestidos de inverno da Julia (post aqui) e fiz novas versões, vejam:

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Lembram desse primeiro vestido que mostrei a vocês (post aqui)? A segunda versão foi feita com um tecido incrível de vagalumes da Sarah Jane, dessa vez muito melhor acabada, adorei!

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A primeira versão com maçãzinhas e a segunda, num lindo tecido floral com passarinhos, também ficou super bem acabado.

Ainda falta mais uma versão do primeiro vestido, que está cortada em linho japonês, uma riqueza só, aguardem.
Além das novas versões de inverno, caprichei nas bonecas, fiz mais dois anjos dorminhocos, um menino e uma menina e adorei o resultado. O primeiro apareceu aqui. Quando a gente repete projetos, eles vão ficando mais interessantes e acabamos criando mais detalhes, é uma delícia!

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E pra finalizar, fiz uma surfista negra para dar de presente para o Titi, meu sobrinho de coração que também ganhou um bebezinho (post com link para o tutorial aqui) para brincar de papai, afinal é bem importante que os meninos aprendam a lidar com seus futuros filhinhos né?

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Ufa, espero que tenham curtido as últimas produções, assim como eu curti fazer!
Beijoca,
Ana

Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
Look do Dia – Slip Dress de Seda!
Sabe aquele projeto de costura? Então, não deu certo…

Oi, pessoal!

O título desse post não é muito convidativo, mas achei uma ótima idéia falar das peças que não deram certo. Afinal, quando ficam lindas e incríveis a gente sai logo mostrando pra todo mundo, né?!

Aí fica aquela impressão de que somos invencíveis e que nada dá errado hora nenhuma: “nossa, como ela costura!”. Ha ha ha, não é bem assim.

Vou começar comentando com vocês sobre uma blusa, que a Katia já mostrou aqui em várias versões, a Taffy, do livro da Colette (aqui).

A primeira vez que tentamos esse molde foi durante uma das deliciosas tardes da costura que a gente conseguia fazer de vez em quando.

Pensamos nesse molde porque ele nos agrada e porque parecia realmente fácil fazer… no meu caso, apenas parecia. Escolhi uma organza verde musgo e a Katia, um lindo tecido de chiffon azul petróleo.

Bem, as dificuldades começaram já no corte da peça. Esses tecidos são finos e dão um super trabalho pois escorregam demais, desfiam e, ainda por cima, esta era uma peça cortada em viés… Este é um dos desafios que gostaria de vencer: utilizar outros tecidos, já que praticamente só uso algodão e um tantinho de malha e moletom. Olha, devo dizer, deu dor de cabeça! Queimamos a cachola para conseguir cortar nossas blusas.

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Primeira tentativa.

Outro passo foi a montagem da blusa: ela é bem simples, mas tem um cintinho que não ficou localizado exatamente sobre minha cintura, ficou em uma posição alta demais e talvez por isso, aliado ao fato de que tenho muito busto, não teve o caimento esperado. Resultado: larguei a peça no meio (porque o tecido tinha desfiado e ficado extremamente transparente) e decidi tentar com outro tecido.

Minha segunda opção foi uma cambraia de algodão super charmosa que encontrei no Brás e logo pensei na tão sonhada blusinha. Pedi que minha mãe cortasse o tecido (sempre confio mais nela que em mim para isso). Só que ela não olhou a indicação do molde e não cortou em viés.

Decidi que, mesmo assim, faria a blusa até o final para poder testar o famigerado molde e ver qual o resultado. De início, assim que fiz as pences, vesti a blusa e já não gostei do caimento… mas fui em frente, porque queria ver no que dava.

Por fim, teve o acabamento, que aliás é o principal da peça, (segundo o livro, ela é o exemplo de peça para tentar acabamentos perfeitos – hehehehe – e por isso foi a escolhida também).

A blusa tem o decote e as mangas acabadas em viés. O grande vilão do viés ataca novamente. Acho que nem preciso discutir com vocês a qualidade do viés pronto que se vende aqui no Brasil, né? Quem aí já precisou desse aviamento sabe do que estou falando, temos só duas opções: algodão e cetim.

O algodão é duro, feio e da pior qualidade que vocês possam imaginar. Não poderia usar na peça, visto que “com toda essa qualidade” descrita acima, certamente estragaria minha blusa! A outra opção, de cetim, além de ser feita de um tecido bem ruim, tem poucas variedades de cores e estampas, de modo que nem perdi meu tempo em procurar algo que combinasse com a minha blusa e fui logo pensando na nossa única opção: fazer o próprio viés. Para essa blusa, são necessários algo em torno de 5 metros. Lá fui eu e devo confessar, o viés, nesse caso foi o menor dos meus problemas, foi uma questão apenas de paciência.

Depois de pronto, apliquei nas mangas e no decote e voilá, vamos experimentar!

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Segunda tentativa.

Resultado: desastroso! Meu decote ficou enooooorrme, não sei o que aconteceu, se minha mãe cortou errado ou se ele é mesmo grande. As mangas ficaram exageradas e o viés não assentou… posso dizer que odiei? Desculpem, mas a palavra é essa.

Não tem jeito, vai ter que virar alguma peça pra Julia ou uma regata simples para mim… frustração total e dinheiro mau gasto (não digo jogado no lixo, pois vou reaproveitar de qualquer jeito). Foram horas de trabalho para chegar a um péssimo resultado.

Mas sou brasileira e não desisto nunca, já tenho outra cortada e pretendo repetir e fazer isso até acertar, afinal o modelo é bárbaro, feminino e diferente, além de ser uma blusa que tem o meu tamanho. Desistir jamais!

Por hora deixei de lado, mas quando retomar venho contar a vocês o resultado!

Beijoca,
Ana

Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Vestido Infantil Florence
Moldes Amelie Clothing

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje vim contar para vocês sobre uma lojinha de moldes que está entrando para minha lista das preferidas. É a Amelie Clothing, que fica hospedada no Etsy (já falei dele aqui).

O primeiro molde que comprei dessa loja foi o foférrimo Floral Dress. Ele é um vestido super charmoso, repleto de detalhes femininos e que foi suuuuuper fácil de fazer. Tirando a parte do viés, que para mim foi um desafio (lembram do meu medo de viés?) o tutorial é muito bem feito, você sequer precisa ler em inglês, basta acompanhar as fotos que consegue terminar o modelo tranquilamente. O resultado é excelente! Fofura e bons acabamentos garantidos!

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Não é o cúmulo da fofura?

Nesta compra, também arrematei a bata Floral Tunic, que até hoje não fiz (mas entrou para a lista de prioridades e assim que testada conto aqui para vocês!)

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Aguardem a minha versão em breve!

Após essa primeira compra, estava fuçando os moldes na internet em busca de um jumper básico, igual ao que eu desenhei nas aulas de modelagem da super mestra Isa, mas eu queria de todos os tamanhos. Encontrei na Amelie o A Line Reversible Dress e comprei.
Já usei nessa versão, em linho japonês:

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Frente e verso, esse tecido é uma riqueza só!

Este modelo dispensa comentários, porque é super fácil, nível iniciante zero e agrada todo mundo porque é prático e versátil (dupla face e dá para usar com camiseta por baixo ou sem), mas já é bem conhecido né?
Então parti para o Adria Dress, que passou a ser o meu preferido, vejam porque:

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O vestido do site e a minha versão em bolinhas roxas, laços nos ombros e atrás… sem comentários!!!

Esse vestido é daqueles apaixonantes, porque além de ser lindo, ter a maior cara de festa, vestido que arrasa total, ele é suuuuuuper simples de fazer!

Fiz o primeiro e o segundo já está a caminho, aguardem!

Depois de todos esses entrei de novo no site e não resisti, arrematei uma nova túnica. Assim que ela estiver pronta e a bata floral também, volto para contar para vocês!

Beijoca,
Ana

Look do Dia – Calça de Veludo Cotelê com Recortes!
Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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Um manifesto para 2022
Vencendo a minha maior resistência: vender!