Costuras da Semana!

Olá!

Esta semana foi meio atrapalhada em vários sentidos, mas as costuras andaram lindamente por aqui para compensar, oba!

Na aula de Partchwork terminamos a carteira. Ficou com um tamanho muito bom, além de ter ficado uma graça! Amanhã vamos fazer o último projeto do conjunto, que é a bolsinha para celular.

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Pronta!

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Detalhe do Flying Geese do lado de fora.

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Detalhe do Flying Geese do lado de fora.

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Dentro: Bolsinho central para moedas e à direita tem porta cartões.

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Dentro: à esquerda têm dois bolsos para as notas.

À partir da semana que vem trocarei de turma e de horário para iniciar o próximo bimestre com projetos para o ateliê. Estou ansiosa para conhecer minhas novas colegas e também já estou com saudades antecipadas das queridas companheiras com quem convivo há um tempão!

No meio da confusão toda (cheguei a perder a primeira prova de alemão do ano, para dar uma ideia), lá fui eu fazer o vestido Monetta. Costurei toda a parte de cima na máquina, já que é forrada e os acabamentos ficam embutidos. A parte de baixo foi feita com a ajuda da overloque e a barra costurada com agulha dupla.

As duas máquinas costuraram lindamente esse jersey que trouxe de Paris no ano passado, adoro quando a costura rende e nenhuma das máquinas (nem eu) empacam com tecidos diferentes!

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Pronto!

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Arrisquei fazer um tamanho menor e acho que me dei bem, ficou certinho no corpo. Achei bem parecido com o modo de fazer do Myrtle na parte de cima, já que o próprio forro já dá um acabamento. A parte do elástico foi até fácil, ufa!

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Parte de cima forrada, ajuda a não ter transparência e ainda deixa o acabamento bem bonito!

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Gola redondinha, detalhe fofo.

O que eu achei mais bonito foi o detalhe da gola nas costas, com duas pontinhas que se sobrepõem, uma graça!

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Terminei o vestido na 6a feira e no sábado já fui estrear no Lollapalooza. Logo eu mostro por aqui!

Por enquanto é isso!

Beijos e boas costuras!

Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
Look do Dia – Slip Dress de Seda!
Minha máquina de costura – Singer Facilita Pró 4423 – 2 anos depois

Olá!

Há alguns dias atrás, a minha Novinha (chamada oficialmente de Singer Facilita Pró 4423) completou dois anos de uso aqui em casa. Como passou rápido e quantas coisas legais eu produzi com ela! Assim como eu fiz uma avaliação dela após o primeiro ano de uso (post aqui), estou agora aqui contando como foi o segundo ano.

Aproveitei para ver os comentários nos posts sobre máquinas de costura daqui do blog para ver se tem algo que eu possa complementar. Parte das coisas que dão errado na hora de costurar eu resolvo repassando todas as linhas na máquina, testando depois num retalho do mesmo tecido a ser costurado se o ponto está certo (tanto de ele está bem feito quanto se escolhi o ponto certo para fazer o que eu queria), além de limpar e lubrificar a máquina periodicamente.

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Minha Novinha, dois anos depois, com os mesmos bilhetinhos da primeira semana, rs!

Vou usar os mesmos critérios do ano passado, para poder comparar, ok?

Instalação:

Eu mudei a máquina de lugar na bancada ao longo do ano, depois que eu comprei a overloque. A instalação continuou simples.

Manuseio:

– Sobre encher bobinas e fazer a passagem das linhas na máquina, continua tudo ok. A única coisa é que a máquina tem aquele passador automático de linha na agulha e (não sei como) eu entortei um ferrinho bem fininho. Agora o passador não funciona mais, pois o ferrinho que entortou é exatamente o que entra no buraquinho da agulha levando a linha através dele… Já tentei desentortar mas não consegui. Como eu não quis levar numa assistência só por conta disso, eu comprei numa viagem no ano passado um passador avulso de linha adequado para usar em máquina de costura, da Bohin. Ele tem resolvido bem, ou vai no jeito tradicional mesmo (ou seja, passando a linha “na mão”).

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Passador automático entortou e não encaixa mais na agulha, snif!

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Mas veio este passador francês avulso e resolveu o problema!

– Sobre o uso dos seletores: todos permanecem funcionando normalmente e eu continuo usando a minha cola sobre os pontos quando necessário (post aqui).

– Quanto a posição da agulha, já tive dificuldades de chegar à medida de margem de costura de 0,75cm usada normalmente em Patchwork. Fiz alguns testes e cheguei a esta medida de “pé de máquina” com 0,75cm deixando o seletor de posição de agulha no centro e a largura do ponto em “0”. Quando eu não estou montando blocos de Patchwork, a largura do ponto reto fica entre “2” e “3”.

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“Ajuste fino” para chegar à margem de costura ideal para projetos de Patchwork. Seletor de posição da agulha no centro, seletor de largura do ponto no “0”.

– Sobre o uso de linhas, permanece quase tudo igual. Para cones grandes eu deixo atrás da máquina e passo a linha em um ganchinho preso em uma prateleira logo acima da máquina (truque neste post). O pino inclinado que fica no centro da parte de cima da máquina eu uso apenas em conjunto com o cone grande ou com o pino removível (quando é um retrós pequeno de linha) quando uso agulha dupla, já que aí é preciso passar duas linhas por cima.

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Duas linhas para costura com agulha dupla.

– Continuo a usar bobinas plásticas e também de metal, desde que sejam das bobinas mais altas. Não vejo diferença entre elas.
– A troca de agulhas e sapatilhas continua acontecendo normalmente, sempre que necessário.

Acessórios:

– Ainda não usei a sapatilha para bainha invisível. Eu até tentei, mas não consegui acertar como usar. Também nunca usei a sapatilha para pregar botões.

– Usei a guia de costura para quiltar alguns projetos (como a jaqueta bomber), mas só consigo usá-la em conjunto com a sapatilha de uso geral, ambos vieram com a máquina. Caso eu troque o pé calcador pelo pé para quilt reto (comprado separadamente), a guia fica frouxa e não dá para ser usada. Por conta disso, praticamente não tenho usado o pé para quilt reto.

– Sobre a sapatilha para costura na vala que eu comprei, no ano passado eu contei que não tinha me acertado com ela. Mas hoje em dia tem se mostrado muito útil. A última vez que usei foi para quiltar os jogos americanos feitos com a técnica de Foundation (post aqui). Era uma questão de adaptação minha mesmo.

Manutenção e problemas:

Como contei acima, não tive nenhum grande problema que tenha feito a máquina parar de funcionar, a ponto de ter que levar para uma assistência técnica. Só o passador de linha que está torto e eu substituí por outro avulso.
Continuo a limpar e lubrificar periodicamente, conforme eu mostrei neste post.

Sempre que a máquina não está em uso eu a deixo coberta com uma capa, para proteger do pó.
A máquina nunca fez nenhum barulho realmente estranho.

A respeito de barulho, duas coisas que eu diria para quem tem qualquer máquina de costura:
1. Lógico que quando costuramos tecidos mais grossos ou várias camadas, o barulho da máquina é um pouco diferente de quando costuramos um tecido bem fino, basicamente porque a máquina está sendo mais exigida, mas se a qualidade da costura permanece a mesma, não considero preocupante.

2. Se alguma coisa está errada com a passagem das linhas, pode ocasionar algum barulho diferente do habitual. O jeito é repassar tudo e ver se não tem nenhum restinho de linha enroscada onde não deve.

Dúvidas:

Depois de dois anos de uso eu considero não ter mais dúvidas em relação ao uso da máquina. No primeiro ano de uso eu solucionei o que surgiu, como a regulagem e utilidade dos pontos e também como limpar e lubrificar corretamente.

Avaliação Geral:

A minha avaliação geral permanece muito boa, a máquina não me deixou na mão nenhuma vez até agora, considerando que os projetos de costura aqui são um tanto variados: vão desde uma blusa levinha de seda, passando por camadas a serem costuradas e quiltadas no Patchwork e chegando a roupas com tecidos mais pesados como a lã (com forro, ainda por cima). Ano passado também passei a costurar malhas com esta máquina e deu tudo certo. Se não fosse o passador automático de linha ter entortado, não teria nenhum ponto “contra” sobre a máquina, mas considero isso algo pouco importante, já que não impede de usar a máquina. É só uma comodidade que não tenho no momento.

Honestamente, com base no uso que eu tenho feito nesse período, eu imagino ficar com essa máquina por um bom tempo, já que até o momento ela funciona super bem e não tive limitações com ela. Continuo recomendando!

OBS: Recentemente eu vi no site da Singer novas versões desta máquina e da 4411. Quanto às funções dos modelos mais novos eu não notei diferença nenhuma, me pareceu apenas uma mudança no visual da máquina, que agora está branquinha. Estou dando essa dica caso interesse comprar uma máquina como esta aprofundar a comparação e ver se reflete no preço também!

Ufa! Espero que este post seja útil e estou feliz que a máquina está funcionando super bem!

Beijos e boas costuras!

Minha Máquina de Overloque – Singer Ultralock 14SH754 – Primeira vez na Assistência
Os Melhores Posts de 2017!
Costuras da Semana!

Olá!
Semana passada foi de bastante trabalho no computador, para tirar o atraso dos dias em que ele esteve “interditado”, mas consegui costurar bastante!

Na aula de Patchwork, continuamos a montagem da carteira com um detalhe na técnica de Flying Geese, acho que amanhã termino para poder mostrar! Aí faremos uma bolsinha para celular e assim vou concluir este conjunto (e olha que estou precisando de uma bolsinha destas, rs)!

Na 6a feira foi aniversário da minha tia Frederica, ontem foi o da minha mãe e hoje é o dia do meu pai. Resolvi fazer almofadas para presenteá-las. Minha tia sempre elogia as minhas almofadas quando vem em casa e eu nunca tinha costurado algo do tipo para presenteá-la. Já para a minha mãe, eu tinha prometido almofadas novas desde que meus pais mandaram reformar os os sofás da casa deles, no fim do ano passado.

Então lá fui eu costurar as almofadas. A primeira foi feita um kit com tecido e enchimento que eu tinha comprado na Panólatras, num bazar Ó Gente do ano passado. A estampa é fofa, parece ladrilho hidráulico e o tecido é uma sarja bem legal, por isso resolvi começar montando uma almofada simples com ele.

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Aí fui pensar como seriam as outras três. Aproveitei que minha mãe e eu somos iguais no quesito cores fortes e estampas (rs) e fiz mais uma almofada simples com um tecido lindo da Cris Mazzer que eu achava uma judiação cortar apenas em pedaços para usar em Patchwork.

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Com o que restou destas duas primeiras almofadas, fiz outras duas com a técnica básica dos quadrados e achei que ficou tão legal!

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Detalhe do quilt nos quadrados do tecido de ladrilhos.

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Detalhe do quilt nos quadrados do tecido “estampadão”

Eu fiz tudo meio que no improviso, pois quando eu tenho esses estalos eu não quero parar para sair para comprar material, aproveitei para usar o que eu já tinha em casa. Isso é uma das coisas que eu mais gosto no Patchwork: combinar de um jeito novo e assim dar novo uso aos materiais que temos guardados.

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O conjunto ficou bom no sofá de casa, acho que na casa dos meus pais também vai ficar legal!

Terminadas as almofadas da minha mãe, fui pensar nas almofadas da minha tia. Escolhi tecidos que remetem a cores mais naturais e que casassem bem com as almofadas que ela já tem em casa, sempre pensando em combinar com cores claras ou com o crochê que ela faz lindamente. Usei a técnica do triângulo perfeito e fiz duas almofadas iguais.
Para deixar mais moderninho, organizei os blocos para formarem um padrão de chevron.

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Detalhe do quilt no chevron mais claro, feito com linho.

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E elas também não ficaram legais no meu sofá? Rs!

Adorei os dois conjuntos e posso dizer que elas ficaram contentes com os presentes também! É tão legal poder presentear com algo que combina com cada pessoa, adoro!

Terminados os presentes, resolvi fazer um vestido novo (rs). Tá difícil eu conseguir me segurar, hehehe! Estou com o molde do vestido Monetta (da Colette Patterns) comprado desde o lançamento em abril do ano passado. Comprei o tecido para ele apenas em novembro e, desde então, estou esperando a hora de tirá-lo da “fila”.

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Malha com estampa de plumas, a próxima da fila a ver a tesoura!

Momento “não façam isso em casa”: como ainda estou no processo de emagrecimento, tirei as minhas medidas e escolhi fazer um tamanho menor do vestido, contando que não precisarei ajustá-lo tão cedo. Vocês ficarão sabendo dos próximos capítulos, rs! #oremos

Por enquanto é isso!
Beijos e boas costuras!

Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
Look do Dia – Slip Dress de Seda!
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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Um manifesto para 2022
Vencendo a minha maior resistência: vender!