Versões novas e costurices

Olá gente, como estão?

Nesse post vim apenas mostrar o que eu ando fazendo com a minha super companheira maquininha! Como havia falado para vocês, retomei os vestidos de inverno da Julia (post aqui) e fiz novas versões, vejam:

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Lembram desse primeiro vestido que mostrei a vocês (post aqui)? A segunda versão foi feita com um tecido incrível de vagalumes da Sarah Jane, dessa vez muito melhor acabada, adorei!

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A primeira versão com maçãzinhas e a segunda, num lindo tecido floral com passarinhos, também ficou super bem acabado.

Ainda falta mais uma versão do primeiro vestido, que está cortada em linho japonês, uma riqueza só, aguardem.
Além das novas versões de inverno, caprichei nas bonecas, fiz mais dois anjos dorminhocos, um menino e uma menina e adorei o resultado. O primeiro apareceu aqui. Quando a gente repete projetos, eles vão ficando mais interessantes e acabamos criando mais detalhes, é uma delícia!

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E pra finalizar, fiz uma surfista negra para dar de presente para o Titi, meu sobrinho de coração que também ganhou um bebezinho (post com link para o tutorial aqui) para brincar de papai, afinal é bem importante que os meninos aprendam a lidar com seus futuros filhinhos né?

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Ufa, espero que tenham curtido as últimas produções, assim como eu curti fazer!
Beijoca,
Ana

Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
Look do Dia – Slip Dress de Seda!
Costuras da Semana!

Olá!

Até metade da semana passada, com o verão insano que está em curso, a gente aqui em casa teve que fazer algumas modificações na rotina: montamos acampamento na sala, pois a parte de cima da casa está praticamente inabitável, rs!

Com isso, arrumações e costuras no meu quartinho estavam impossíveis. Costurar na cozinha também não deu muito certo, tanto que depois que terminei a jaqueta, devolvi a máquina ao seu lugar de sempre lá no quartinho.

Com o ar condicionado de rodinhas e o circulador de ar ligados na sala o tempo todo, onde os cachorros têm espaço para se espicharem no chão frio e a gente consegue deitar sem se grudar um no outro (chato isso, né?!) eu me dediquei à alguns trabalhos de computador ligados ao blog (**novidades para o futuro**) e, quando terminava o “expediente”, eu ficava com aquela sensação de não ter o que fazer. Na verdade era hora de costurar e eu não estava conseguindo sair do lugar.

O jeito de resolver foi apelar aos trabalhos manuais. A eleita para tardes em frente ao ar condicionado de rodinhas foi a retomada da minha colcha. Quem quiser acompanhar toda a saga da colcha, de quase 2 anos de idas e vindas, é só clicar aqui.

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É chato ter que suspender os planos de costura que eu tinha para estes meses de férias, mas ter algo em andamento já me satisfaz um bocado. Até porque é um projeto muito querido para mim, apesar de ser longo. Saldo de hexágonos brancos até o momento: 139 (de 536).

Quando o tempo refrescou um pouco, cheguei a começar a bolar uma saia rapidinha, mas não consegui porque o tecido que eu queria usar não era o mais apropriado para o projeto, hehehe. #quemnunca

Fora esta coisa toda do calor, a última semana foi uma loucura aqui em casa, mas não sei se ainda consigo contar por aqui. Agora que as coisas estão acalmando, eu vi que manter as minhas mãos ocupadas fazendo a colcha me ajudou muito.

Espero ter mais para mostrar na próxima semana
Beijos e boas costuras

Look do Dia – Blusa com Mangas Morcego!
Reformei meu kimono de seda (com 10 anos de uso)!
Sabe aquele projeto de costura? Então, não deu certo…

Oi, pessoal!

O título desse post não é muito convidativo, mas achei uma ótima idéia falar das peças que não deram certo. Afinal, quando ficam lindas e incríveis a gente sai logo mostrando pra todo mundo, né?!

Aí fica aquela impressão de que somos invencíveis e que nada dá errado hora nenhuma: “nossa, como ela costura!”. Ha ha ha, não é bem assim.

Vou começar comentando com vocês sobre uma blusa, que a Katia já mostrou aqui em várias versões, a Taffy, do livro da Colette (aqui).

A primeira vez que tentamos esse molde foi durante uma das deliciosas tardes da costura que a gente conseguia fazer de vez em quando.

Pensamos nesse molde porque ele nos agrada e porque parecia realmente fácil fazer… no meu caso, apenas parecia. Escolhi uma organza verde musgo e a Katia, um lindo tecido de chiffon azul petróleo.

Bem, as dificuldades começaram já no corte da peça. Esses tecidos são finos e dão um super trabalho pois escorregam demais, desfiam e, ainda por cima, esta era uma peça cortada em viés… Este é um dos desafios que gostaria de vencer: utilizar outros tecidos, já que praticamente só uso algodão e um tantinho de malha e moletom. Olha, devo dizer, deu dor de cabeça! Queimamos a cachola para conseguir cortar nossas blusas.

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Primeira tentativa.

Outro passo foi a montagem da blusa: ela é bem simples, mas tem um cintinho que não ficou localizado exatamente sobre minha cintura, ficou em uma posição alta demais e talvez por isso, aliado ao fato de que tenho muito busto, não teve o caimento esperado. Resultado: larguei a peça no meio (porque o tecido tinha desfiado e ficado extremamente transparente) e decidi tentar com outro tecido.

Minha segunda opção foi uma cambraia de algodão super charmosa que encontrei no Brás e logo pensei na tão sonhada blusinha. Pedi que minha mãe cortasse o tecido (sempre confio mais nela que em mim para isso). Só que ela não olhou a indicação do molde e não cortou em viés.

Decidi que, mesmo assim, faria a blusa até o final para poder testar o famigerado molde e ver qual o resultado. De início, assim que fiz as pences, vesti a blusa e já não gostei do caimento… mas fui em frente, porque queria ver no que dava.

Por fim, teve o acabamento, que aliás é o principal da peça, (segundo o livro, ela é o exemplo de peça para tentar acabamentos perfeitos – hehehehe – e por isso foi a escolhida também).

A blusa tem o decote e as mangas acabadas em viés. O grande vilão do viés ataca novamente. Acho que nem preciso discutir com vocês a qualidade do viés pronto que se vende aqui no Brasil, né? Quem aí já precisou desse aviamento sabe do que estou falando, temos só duas opções: algodão e cetim.

O algodão é duro, feio e da pior qualidade que vocês possam imaginar. Não poderia usar na peça, visto que “com toda essa qualidade” descrita acima, certamente estragaria minha blusa! A outra opção, de cetim, além de ser feita de um tecido bem ruim, tem poucas variedades de cores e estampas, de modo que nem perdi meu tempo em procurar algo que combinasse com a minha blusa e fui logo pensando na nossa única opção: fazer o próprio viés. Para essa blusa, são necessários algo em torno de 5 metros. Lá fui eu e devo confessar, o viés, nesse caso foi o menor dos meus problemas, foi uma questão apenas de paciência.

Depois de pronto, apliquei nas mangas e no decote e voilá, vamos experimentar!

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Segunda tentativa.

Resultado: desastroso! Meu decote ficou enooooorrme, não sei o que aconteceu, se minha mãe cortou errado ou se ele é mesmo grande. As mangas ficaram exageradas e o viés não assentou… posso dizer que odiei? Desculpem, mas a palavra é essa.

Não tem jeito, vai ter que virar alguma peça pra Julia ou uma regata simples para mim… frustração total e dinheiro mau gasto (não digo jogado no lixo, pois vou reaproveitar de qualquer jeito). Foram horas de trabalho para chegar a um péssimo resultado.

Mas sou brasileira e não desisto nunca, já tenho outra cortada e pretendo repetir e fazer isso até acertar, afinal o modelo é bárbaro, feminino e diferente, além de ser uma blusa que tem o meu tamanho. Desistir jamais!

Por hora deixei de lado, mas quando retomar venho contar a vocês o resultado!

Beijoca,
Ana

Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Vestido Infantil Florence
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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