É carnaval!

Oi, pessoal!

Como boa canceriana que sou, meus amigos me conhecem, não sou nem um pouco festeira. Gosto muito da minha casinha e troco qualquer mega evento por um jantar entre amigos na minha sala.
Isso vale para o carnaval, data onde o que mais me anima é o feriado. Mas, pensando nas crianças e nas colegas costureiras que adoram a folia, resolvi escrever sobre o tema.

Já fiz um post sobre fantasias da minha filha (aqui) e desde então a coleção cresceu bastante. As princesas estão sempre em alta, mas adorei quando ela encomendou a fantasia da Emília, do Sítio do Pica Pau Amarelo, um clássico da minha infância e também da Fada Sininho, uma das minhas personagens favoritas por se tratar de uma fadinha bem pequena, mas muito geniosa! Relembrando: todas essas fantasias são de autoria da vovó Ana, que atende prontamente todos os pedidos malucos da neta e o resultado vocês podem ver abaixo:

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Assim como eu, tenho certeza que têm mães costureiras por aí com vontade de criar fantasias bem bacanas para seus pequenos, mas que não têm todo o empenho de uma vovó dedicada exclusivamente a satisfazer os desejos de uma pequena! Pensando nisso, fiz uma pequena pesquisa sobre fantasias fáceis e bacanas para entrar nos festejos e não fazer feio.

Começando pelo mais fácil, escolhi esse tutorial da Dora Aventureira. Gente, não tem nem trabalho, a única coisa a fazer é coordenar as peças (a maioria já presente no guarda roupa das meninas) nas cores que a Dora usa e preparar uma mochilinha roxa com um belo sorriso:

E para produzir a mochilinha, esse tutorial é super bem explicado.

Outra fantasia super legal, que pode agradar meninos e meninas, é a de um Minion: investimento em uma touca amarela, aros de metal e alguns fios de cabelo de lã, além da camiseta colorida. Fala a verdade gente? Só não faz quem não quer vai?

Outra fantasia que adorei é a do boneco de neve Olaf, do filme Frozen. Ele é super simpático e a fantasia também é mole de fazer:

Por fim, como boa nerd que sou, não podia deixar de citar a minha fantasia predileta entre as que pesquisei: Frida Kahlo. Todo mundo sabe que sou doida por pintura e muito fã da artista mexicana. Essa fantasia você consegue fazer utilizando um vestidinho floral, um xale (pode emprestar da vovó) e enfeitando o cabelo com flores de papel ou seda. Para o toque final, basta caprichar nas sobrancelhas e no bigodinho tão característicos da pintora, né?! Nesse link você também encontra fantasias do artista pop Andy Warhol e do impressionista preferido de toda minha vida: Van Gogh. Não é para morrer de amor?

Ninguém pode reclamar de falta de idéias, né?!

Então pessoal, vamos colocar a mão na massa para poder botar o bloco na rua bem caprichado!
Beijoca,
Ana

Janeiro de 2023 – um mês gentil e tranquilo
Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Costuras da Semana!

Olá!

A cada semana rola uma aventura nova aqui em casa para eu não conseguir costurar como se deve, rs!

Primeiro, o calor absurdo dos primeiros dias do ano. Aí veio toda a emergência do Astor. Agora, a tal da reforma que resolvemos retomar. Meu quartinho (e quase a casa toda) ficou interditado por alguns dias para um quebra-quebra básico é uma sujeira nada básica!

Apenas continuei as minhas alpargatas novas, mas ainda não consegui concluir a parte que é feita à mão. A colcha também teve um descanso. A calça de pijama eu nem consegui chegar perto desde que a cortei.

O que me salvou nesta semana mega cansativa (com reforma em casa e três saídas entre médicos e exames com o Astor) foi o retorno das aulas de Patchwork lá na Fon Fin Fan. Agora as aulas têm um novo formato, com todo mundo fazendo o mesmo projeto (e cada dia da semana tem um tema diferente, preciso contar com mais detalhes em outro post). Em fevereiro e março farei um conjunto para organização da bolsa, com um estojo com necessaire destacável e um porta celular, usando a técnica do Flying Geese, que eu ainda não conhecia. Por enquanto o que dá pra mostrar é isso, os tecidos e os primeiros pedaços dos blocos:

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E a saudade que eu estava das aulas?

Já comecei o ano usando tecidos da Cris Mazzer que eu tinha comprado imaginando fazer roupas com eles, mas que achei que ficariam ainda melhores nesses projetos de Patchwork. Fiz uma combinação que adoro nas roupas e levei para o Patch: azul com laranja! Estou gostando desde já!

Mais para o fim da semana eu consegui dedicar algumas horas para arrumar meu quartinho. Nossa, foi um alívio! Não consegui dar conta de arrumar tudo o que precisa, mas já vai dar para eu costurar, ufa!

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Por enquanto é isso!
Beijos e boas costuras!

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Minha colcha de retalhos – progressos de Dezembro e Janeiro

Olá!

E não é que voltei a fazer a minha colcha? Meus planos de terminá-la em 2014 não se concretizaram, mas depois de diminuir o ritmo de costura de roupas novas (entraram apenas os projetos especiais dos vestidos para o meu aniversário e para o ano novo, além da jaqueta bomber) e depois de não costurar quase nada por conta do calor, vi que era um bom momento para retomar este projeto.

Nos meses mais frios eram quando os trabalhos mais rendiam, pois conseguia ir fazendo um pouco por dia em frente à TV, enrolada na coberta, geralmente à noite. No calor, a estratégia foi me aconchegar no sofá, perto do ar condicionado de rodinhas, ainda de dia. Ou eu retomava a colcha ou eu ia fazer crochê. Escolhi voltar para a colcha.

Como eu contei no último post da colcha (faz teeempo, aqui), eu descobri ainda no ano passado que o meu “gargalo” era preparar os hexágonos de papel. Cheguei em dezembro com um tanto de “sanduíches” de tecido e papel para costurar e muitos hexágonos de tecido sem o papel correspondente. A colcha tinha ficado parada desde julho, veja só!

Resolvi driblar o gargalo mais uma vez e fui costurar os hexágonos que já tinham o papel. Fiz um pouco em dezembro (61 hexágonos) e retomei em janeiro (quando fiz mais 105). Quando eles terminaram, comecei a montagem da colcha.
Assim, eu consigo liberar os papéis para os hexágonos de tecido branco que ainda não têm.

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Explico: os papéis ficam presos ao tecido até o momento de unir as partes. Em princípio, retira-se tudo só no final do trabalho, mas eu já testei tirar o papel só do meio do trabalho já costurado e dá certo! Nesta primeira parte do verso dá pra ver direitinho:

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Primeira parte da frente

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Verso já sem os papéis do meio.

Eu sou muito metódica, o que muitas vezes ajuda a organizar os projetos, mas tenho consciência que não posso ficar “engessada” quando uma etapa não progride. Terminei o mês de janeiro com um saldo de 166 hexágonos brancos prontos (de um total de 536) e que já estão sendo usados para unir as rosetas estampadas. Fiquei satisfeita por conseguir voltar a este projeto e também de encontrar uma nova forma de fazê-lo!

Comecei a unir as rosetas com os hexágonos brancos (saldo de 7 rosetas utilizadas, de 99), então posso dizer que a minha tão desejada colcha finalmente começou a tomar forma!

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Trabalhando e torcendo para conseguir terminar a minha tão desejada colcha em 2015!

(Se você quiser acompanhar toda a saga da minha colcha, é só clicar aqui. É o mesmo link “Patchwork – Minha colcha de retalhos” da barra superior).

Beijos!

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Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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