Dica genial para adicionar margem de costura aos moldes!

Olá, pessoal!

Essa dica eu encontrei na internet e preciso dividir com vocês porque é muito simples e genial.

Quem costuma tirar moldes de livros, revistas ou mesmo aqueles comprados separados na internet, certamente já passou por isso: você ama o modelo, vai direto para a tabela de tamanhos e a animação acaba quando você descobre que seu número é um tiquinho maior (ou menor) que a maior (ou menor) numeração. “Putz… mas eu queria tanto aquele vestido… e por tão pouco não tem o meu tamanho.”

Dá vontade de sair correndo e se matricular na primeira aula de modelagem que encontrar e passar a desenhar todos os modelos que você quer. Realmente essa seria a melhor opção mas nem sempre é possível. Só que com um pequeno truque a gente consegue aumentar ou diminuir um pouquinho os tamanhos maior ou menor da escala disponível.

Repare na “engenhoca” abaixo, ela é a solução dos seus problemas!

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Basta você, habilmente, unir 2 ou 3 lápis com borrachinhas de escritório de modo que um fique ao lado do outro (se o elástico não funcionar, basta usar várias voltas de fita durex). Depois é só você riscar o molde com o primeiro lápis posicionado sobre as linhas originais dele e, em volta, o último lápis riscará o seu molde aumentado, observe:

Não é demais? Essa dica serve também para adicionar a margem de costura àqueles moldes (chatos!) que vem sem!

Eu já usei e foi muito prático… super aprovado!

Gostou? Testa e conta pra gente aqui nos comentários o que achou!

Beijoca!
Ana

Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Vestido Infantil Florence
Costuras da Semana!

Olá!
A semana passada foi mais curta por conta do feriadão. Por ter ficado um pouco mais em casa e também porque finalmente estou livre de todas as provas de alemão (viva!) eu consegui fazer um bom tanto de coisas!
Na aula de Patchwork, chegamos aos finalmentes para eu poder terminar a minha capa da máquina de costura. Ficou para fazer em casa a costura à mão do restante do viés, que eu fiz durante o jogo “xoxo” do Brasil com o México.

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Torce e costura!

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O conjunto está ficando uma graça!

A capa que eu andava usando na Novinha acabou virando a capa da Encantada (a overloque, rs). Por aqui tudo se aproveita!

Ainda na aula, comecei a fazer as últimas peças do kit, que são feitas para pendurar e guardar itens de costura. Estou pensando ainda em como vou acomodá-las no meu quartinho, mas tudo bem, rs!

No feriado eu aproveitei para treinar mais um pouquinho o tricô (até agora só acertei fazer o ponto meia) e, depois de tentar um tanto, consegui fazer um quadradinho sem muitos defeitos, rs! Só que para mim já foi o suficiente para começar o meu cachecol, espero terminar ainda no inverno!

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Primeiro tricô em ponto meia perto de ser decente, rs!

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E o cachecol está crescendo!

O quimono andou um pouco, estou nos acabamentos e agora acho que finalmente eu termino. Já a capa de lã continuou parada. Como a fila da costura está andando por aqui, logo menos eu chego nela!
Faz pouco tempo que comprei moldes de um site inglês de moldes fofos, o Tilly and the Buttons. Aproveitando essa onda de costurar malhas, o eleito para ser feito primeiro foi o top Coco. Fiz a versão da blusa com golinha sixties em uma malha vinho que comprei.

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Não é uma graça?

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Minha blusa! Quero usar logo!

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Detalhe da golinha fofa!

Era para a malha vinho virar outra pantalona, mas com a constatação recente da falta de boas partes de cima no meu armário, mudei os planos. Já que eu tinha tecido suficiente, cortei também uma saia de babados, juntando a idéia da saia de lã xadrez com a modelagem da saia lápis de malha (adoro essas transformações)!

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Ideia e alturas da saia de lã + molde adaptado da saia lápis de malha…

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… = saia com babados de malha!

As duas peças foram cortadas no final de uma tarde da semana passada e costuradas entre domingo e ontem. Rapidinho ficaram prontas! Assim que eu estrear cada uma, como sempre, posto fotos.

No jogo de ontem, voltei para os meus hexágonos. Não fiz muitos, mas foi melhor que não fazer nenhum! Saldo de hexágonos brancos até o momento: 43 (de 536).

Espero que a sua semana também tenha sido muito produtiva!
Beijos e boas costuras!

Refiz uma das minhas golas de tricô!
Look do Dia – Blusa com Mangas Morcego!
Minha máquina de costura – Brother CE-4000

Oi gente!
Nest post vou falar sobre a minha amada maquininha de costura, uma breve avaliação tentando mostrar para vocês os prós e contras deste equipamento, o que é sempre útil para as pessoas que ainda estão em dúvida quanto a qual equipamento comprar… vamos lá?

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Minha máquina de costura – Brother CE – 4000

Comprei minha máquina em julho de 2010, portanto já já ela completará 4 anos aqui em casa. Na época da compra fiz uma pesquisa baseada apenas em marca e preço e o motivo é simples: eu não sabia quase nada sobre o assunto, a não ser de ouvir minha mãe e madrinha falar a respeito e porque eu pensava que, como seria algo para começar (não tinha certeza se gostaria, se iria continuar usando, etc.) não estava disposta a fazer um grande investimento.

Como as máquinas caseiras, no modelo mais simples são todas muito parecidas (nunca confirmei, mas creio que são todas feitas na China, do mesmo modo e pelos mesmos fabricantes e depois personalizadas e distribuídas pelas diferentes marcas), optei pelo modelo básico da Brother, que é uma marca conhecida na minha família. Comprei no revendedor autorizado aqui em São Paulo, o que acho uma vantagem porque você ganha uma aula grátis de manuseio do equipamento e alguns brindes (no meu caso preferi que fossem carretéis de linha).
Vou aproveitar os quesitos utilizados pela Katia na avaliação da máquina dela (aqui), para que vocês possam comparar os equipamentos.

Instalação:

– A instalação da máquina de costura não requer nada especial, apenas ligar na tomada e pronto! Aqui em casa, como a corrente elétrica oscila muito, a minha está permanentemente ligada em um estabilizador de corrente, mas não acho que seja sempre necessário.

Manuseio:

– Todo o manuseio da máquina eu praticamente aprendi lendo o manual da máquina que é muito bom, bem explicado e com esquemas ilustrando cada passo que você deve seguir para, por exemplo, passar a linha. Na minha máquina existe um passador de linha automático. No começo eu não entendia como funcionava esse mecanismo e tive um pouco de dificuldade até que resolvi prestar atenção e, uma vez entendido, não tive mais problemas com isso. A passagem de linha é indicada com números em cada ponto por onde ela deve passar, o que facilita bastante e o enchimento das bobinas (também indicado por um esquema desenhado na máquina) são igualmente simples.

– Minha máquina tem um painel eletrônico onde você seleciona os pontos, o tamanho desses pontos e em alguns casos (como bordados) a largura também aparece indicada. Todos esses parâmetros possuem botões de ajuste onde você pode aumentar e diminuir. No painel eletrônico você também encontra a indicação de qual calcador deve usar para o ponto selecionado, o que ajuda bastante; basta apenas selecionar o ponto e a máquina já diz qual pé calcador deve ser colocado. Além dessa parte eletrônica, ela tem um disco manual de ajuste da tensão do fio que varia de 1 a 9 e você ajusta simplesmente girando esses disco, como nas máquinas mais antigas.

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– Como eu uso cones de linhas grandes, como a Katia, eu deixo em pé atrás da máquina e uso o pino apenas como apoio para a linha que passo pelos outros pontos indicados na máquina sem problemas.

– As bobinas ideais para usar nesse modelo de máquina são as altas de plástico. Vieram algumas junto com a máquina, mas eu comprei uma dúzia delas na 25 de março e recomendo, pois utilizamos muito e é bacana você ter uma para cada cor e mais que uma para cores muito utilizadas como branco e preto.

– Logo de início quebrei a agulha e consegui trocar facilmente com o auxílio do manual, que é bastante didático também para a troca dos pés calcadores e para qualquer modificação necessária como a utilização de um “guia”para o pé calcador que faz casas para botões ou o abaixamento dos “dentinhos” que fazem o tecido deslizar ao ser costurado, quando você quer fazer uma costura de quilt livre, por exemplo.

Acessórios:

– Eu tenho utilizado praticamente todos os acessórios que vieram com minha máquina. Desde bobinas, escovinhas de limpeza, pés calcadores etc. Todos são de fácil utilização e nunca tive problemas. A vendedora da loja me explicou que esse modelo possui uma espécie de “cera” que lubrifica a máquina, não sendo necessária a utilização de óleo em sua manutenção, portanto ela veio sem óleo e eu nunca utilizei óleo para lubrificar minha máquina.

Manutenção e problemas:

– Ano passado eu tive um problema com minha máquina e levei para o conserto em uma loja autorizada no bom Retiro. O problema era bastante simples: o plug que liga o pedal à maquina descolou uma argolinha de metal que o mantinha preso e, por isso, não conseguia mais mantê-lo plugado a máquina. Isso aconteceu não porque ela não seja resistente, mas porque a máquina sofreu um acidente e o tranco acabou soltando essa tal argolinha. Enviei para o conserto, a peça foi recolocada e a máquina voltou a funcionar sem problemas.

– Eu sempre tento dar uma limpeza geral na máquina, principalmente nos pontos onde se junta sujeira porque sei que isso prejudica bastante a costura (já falei sobre isso no post sobre as 4 dicas de ouro da costura, aqui).

Avaliação geral:

De modo geral fiquei bastante satisfeita com minha máquina. Faz 4 anos que a uso e ela nunca apresentou algum problema (a historia do plug foi causada pelo acidente e não um defeito do equipamento). Uma das principais vantagens desse modelo é o peso: menos de 5 kilos! Isso foi uma super vantagem quando eu ia para o atelier aprender a costurar e podia levar minha máquina na mochila!!! Isso me permitiu aprender bastante sobre o equipamento e ir ganhando confiança, o que no começo é bem importante para que você consiga fazer seus projetos. Ao meu ver, a principal desvantagem dessa máquina é que ela não costura mais do que 3 camadas de tecido sem fazer um barulhão e muitas vezes não sair do lugar. Assim, não considero que ela seja muito resistente nem indicada para costuras mais pesadas. Tive bastante dificuldade quando resolvi fazer bolsas, projetos em que, alem das várias camadas de tecido, você ainda tem que costurar uma entretela pesada e algum material acolchoado como forrobel. Mas para costura de roupas, coisas para casa, bonecas e outros projetos com tecidos finos eu super recomendo!

Tem mais alguma dúvida? Comenta aqui no post e a gente conversa mais!
Beijoca,
Ana

Minha Máquina de Overloque – Singer Ultralock 14SH754 – Primeira vez na Assistência
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Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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