Feliz Dia das Mães!

Olá!

Já que neste próximo domingo comemoraremos o Dia das Mães e, lógico, nesta mesma época do ano passado eu fiz uma homenagem à minha mãe, este ano eu resolvi dedicar este post não só a ela, mas a todas as mães que costuram.

Na minha família, não só a minha mãe sabe costurar, minhas outras tias também sabem. Eu tenho a lembrança muito presente da minha tia Maria que costurou muitos bonecos lindos por um bom tempo. Minha tia Frederica e minha avó Julieta também sabem, mas não vi nenhuma das duas em ação (ainda está em tempo de ver minha tia em ação, já a minha avózinha não mais).

Nesses três anos e poucos costurando, passei a conviver com um bocado de gente, em sua grande maioria mulheres e muitas delas são mães.

Cada uma teve a sua motivação para começar a costurar em algum momento da vida, como a minha querida amiga (e colaboradora do blog) Ana, que resolveu começar a costurar por conta da chegada de sua pequena Julia.

Tantas dessas histórias me emocionam e me fazem pensar que, se um dia eu tiver filhos, eu quero muito que a costura permaneça como parte da minha vida, só que com eles participando também. Isso só o futuro poderá dizer se vai acontecer.

Ou então eu penso que pude participar de momentos tão carinhosos costurando para os filhotes de outras pessoas queridas, como a almofada (e outras coisas) que costurei para a minha afilhada Ellen, o vestido para a Helena, mais recentemente a colcha para o Noah.
De tantas datas que inventaram por aí (tem dia pra tudo e tem dia comemorativo até demais, eu acho) o dia das mães é só mesmo uma desculpa para homenagear quem cuida, atura e apoia a gente, mesmo nas situações mais adversas. É o dia de celebrar o amor mais incondicional.

Em especial eu quero também dar os parabéns para as mestras e mães: Isamara Freire, Angela May, dona Lucia, Lurdes, Lu Gastal, Marta Brener e Fabi Lauer, que costuram e ensinam lindamente!

Também dedico este post para Ju Padilha, Pricila Blum, Viviane e Maila Basile, mães lindas e cheias de projetos criativos, com quem também pude compartilhar momentos e ensinamentos muito legais!

Parabéns para vocês todas, é uma alegria enorme conviver com tantas mamães lindas na minha vida!

Beijos!

13 anos de blog e sincronicidades
11 Anos de Blog!
Aulas de Costura – Lu Gastal

Olá!
Comecei contando neste post aqui que estive recentemente em Porto Alegre para fazer algumas aulas no Estúdio Lu Gastal.

Eu já conhecia a Lu de eventos e feiras que aconteceram aqui em SP, ela sempre foi uma graça comigo! Acompanho o trabalho da Lu faz tempo à distância e senti o gostinho de costurar com ela e a Marta no ano passado, quando participei de um Patch Encontro.
Desde então estava ensaiando uma ida para Porto Alegre, para fazer mais aulas lá no Estúdio. Finalmente consegui ir no mês passado e posso dizer que recomendo muito!

A produção das aulas e o que eu trouxe pra casa eu já mostrei (neste post aqui). Então, agora vamos ver a casinha fofa da Lu?

O sobrado da Lu Gastal fica em uma rua tranqüila num bairro bem simpático de Porto Alegre, chamado Auxiliadora. Fiquei hospedada no bairro ao lado (Moinhos de Vento) e chegava lá depois de uns 15 minutos caminhando calmamente, uma delícia!
Para resumir, o espaço tem cor, delicadeza e beleza em cada cantinho!
Na entrada:

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Em cada um dos cômodos, em que estão expostos os produtos à venda:

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E os tecidos!

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Fofura até na cozinha!

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Aqui é o espaço onde são dadas as aulas:

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Alguém notou o Divino que vôou daqui de casa e pousou lá em Porto Alegre?

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Detalhes de projetos e decoração da sala onde acontecem as aulas.

Local: Estúdio Lu Gastal – loja e ateliê de costura

Tipo de aula: Aulas de Patchowrk e de costura criativa de acessórios, bonecas e objetos de decoração. As aulas podem ser combinadas de forma avulsa (como eu fiz) ou fechar um pacote (que é o que eu acredito que quem é de POA acaba fazendo).

Precisa saber costurar para fazer? Não. Se você não souber costurar, os passos de como usar uma máquina e como unir tecidos, por exemplo, são explicados. Nos projetos em que outros recursos são utilizados, estes também são explicados.

Mais informações sobre as aulas aqui.

Que mais? As aulas que participei foram dadas pelas super competentes Marta e Fabi, ambas são fofas e entendem muito! O clima é bem tranquilo e descontraído.

O ateliê dispõe de algumas máquinas eletrônicas, todas em bom estado. Também dispõe de espaço para cortar e manusear os tecidos.
Além do espaço para aulas de costura, outros produtos são vendidos nos demais cômodos da casa (fotos acima), além de tecidos importados e nacionais, bem como projetos de costura para fazer em casa (eu comprei o projeto do Lobo Mau, por exemplo). Aceita cartão de débito e crédito e possui estacionamento próprio.

Muito sorriso e carinho por todos os lados também!

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Este é o Fred, mascote da Lu, que eu quase trouxe comigo na mala de tanta fofura!

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Equipe Lu Gastal!

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Patricia (por mais incrível que possa parecer, ela é de SP também e mora perto da casa dos meus pais… e nos encontramos pela primeira vez em POA, acredita?), Lu e eu, sofrendo pois já estava na hora de ir embora!

Já pode querer voltar? Fiquei com saudade!

Serviço:

Estudio Lu Gastal – loja e ateliê
Rua Eudoro Berlink, 369, Auxiliadora
Porto Alegre – RS
Telefones: (51) 3333-2293 e (51) 8186-0366
Site

Beijo!

Look do Dia – Vestido de Viscose para passear no Porto!
1 Peça, 5 Looks: Saia de Tule com Lurex!
Resoluções costurísticas para… agora!

Oi, gente!

Eu assino centenas de blogs, recebendo uma média de 180 a 200 posts por dia no meu Feedly (só para dar uma ideia, hoje foram 270 posts de costura!) e o que as costureiras cibernéticas mais tem em comum é dividir com a gente suas proezas… algo de errado nisso? De forma alguma! Mas foi pensando a respeito que decidi fazer o contrário: falar sobre meus problemas costurísticos, ou melhor, sobre minhas resoluções costurísticas: tudo que eu quero melhorar para elevar o nível da minha costura. E é tanta coisa que resolvi fazer uma pequena listinha (se fizer super sucesso, repito o post com a parte 2, 3, 4… rs!)

1) Viés, a pedrinha do meu sapato!
Eu conheço muitas boas costureiras, com muitos anos de experiência, mas quando o viés entra na conversa é uma grande saia justa visivelmente desconfortável. Tenso, muito tenso!

Já li sobre inúmeras dicas e malabarismos de colocação de viés; já testei todas que passaram pela minha frente e fizeram algum sentido na minha cabeça mas confesso que não cheguei no (MEU!) resultado esperado.
É um pouco frustrante, mas sempre que vejo uma nova peça com aquele acabamento lindinho, perfeitinho, a vontade de tentar de novo é irresistível e lá vou eu!

Recentemente fiz um vestidinho pra Juju com viés e confesso que cheguei bem perto do que considero ideal!
Resisti algum tempo a esse molde só de medo do viés, mas aí a combinação perfeita de tecidos caiu na minha mão e não tive como resistir… que bom!

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Vestidinho bem “inho” que fiz pra Julia. Cheio de tons pastel e de viés!

Devo dizer, orgulhosamente, que todo viés que usei foi feito por mim, o que deixou a peça ainda mais especial! Estava com medo que ficasse uma peça muito “melada”(sabe né? Rosinha, azulzinho, florzinha… muito “inho” pro meu gosto) mas achei que no final ficou bem charmosINHO, sem exagerar. E quanto ao viés? São 3 aplicações diferentes (na barra, nas alças e no decote) e não vou mentir… tive que desmanchar algumas vezes, respirar fundo e retomar, mas eu estava determinada a fazer ficar bom e estou quase lá!

A primeira resolução então é não fugir mais das peças com viés, afinal só a prática pode levar a perfeição!

2) Costura à mão
Eu gosto muito de projetos que são 100% feitos à máquina, mas cá entre nós: costura à mão é muita riqueza!!!
Em determinados pontos de um projeto de vestuário, deixar a máquina de lado e literalmente botar a mão na massa faz toda diferença! Essa é outra deficiência que tenho e preciso resolver AGORA!!!

Recentemente tenho me interessado muito em fazer bonecas. Tenho um projeto pessoal com a minha mãe (que é feríssima no assunto!), comprei uns moldes muito lindos e resolvi tentar. O resultado foi muito ruim, desanimador. Descobri que tenho que voltar ao beabá da costura e aprender todos aqueles pontinhos da vovó (ponto atrás, ponto invisível), arrematar direito e o pior: saber pregar botão (morri de vergonha!). Sério, eu costuro muito mal à mão, minhas casas de botão são horrorosas e meus botões ficam frouxamente pregados…isso quando não caem porque o nózinho do arremate saiu. Novamente, o que causa tudo isso? A falta de prática, fugir do assunto (sim, estou escrevendo esse post num divã!).

Então esse é o momento, vou me dedicar às bonecas e a melhorar meus acabamentos à mão! Já fiz a segunda boneca (que é tema pra outro post) e já achei um tantinho melhor… cada passo de uma vez!

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Minha primeira boneca foi uma Tilda gordinha de maiô. Fiquei super feliz por fazê-la, afinal é um ótimo exercicío de acabamento e embelezamento, na maior parte feito à mão. Mas não curti o resultado… tem que melhorar!

3) Voltar à modelagem
Esse assunto é complicado, porque eu morro de vontade, mas não tenho tempo nem de respirar, que dirá para fazer modelagem! Para trabalhar os modelos aprendi que se parte de uma ideia, que é posta no papel através de um desenho e então pensa-se o modelo matematicamente… isso mesmo, é pura matemática, com ênfase em geometria! O enorme desafio da modelagem, na minha modesta opinião, é você transformar um simples desenho 2D em uma peça com 3 dimensões… são necessários inúmeros ajustes (pelo menos aos iniciantes como eu!) um vai e volta danado até alcançar o modelo tão desejado, quando alcança!

Acontece que sou uma mãe viciada em costurar para minha filha e (pasmem!) não é raro sonhar com modelinhos para ela! Tenho até um caderninho de desenho ao lado da cama para, ao acordar, desenhar e não perder a idéia.

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Molde desenhado por mim (orgulho!) de um vestido balonê que fiz para minha sobrinha de alguns meses ir ao casamento da tia… chique!

O desenho já é o primeiro problema, preciso melhorar… e muito! Todo mundo diz que eu me cobro demais, mas preciso ao menos entender o que desenhei, caso contrário é trabalho jogado fora! Após o desenho, vem o risco do molde, a partir das bases de corpo (são formas básicas sobre as quais você cria seu modelo; elas já vem com as medidas certas para os respectivos tamanhos). Essa fase requer tempo e paciência quase ilimitados, o que eu definitivamente não tenho. Minhas últimas tentativas foram frustradas quando a Julia me interrompeu pela milésima vez querendo água, brincar, fruta, desenhar em cima do meu molde etc… Difícil, bem difícil! Mas sinto que devo retomar!

E você? Quais problemas tem aí, escondidinhos no fundo do seu ateliê? Ok, ok, eu deixo você sentar no meu divã, pode começar a falar!

Beijocas,
Ana

Aventuras em crochê: fazendo o xale vírus!
Vestido Infantil Florence
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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