Como ser Produtiva Trabalhando em Casa

“Desenhe sua Sorte”

Trabalhar em casa, como em qualquer outro trabalho, tem suas vantagens e desvantagens.

Eu aprendi a apreciar o silêncio e a minha própria companhia depois que mudei para a casa onde moro com o marido, desde 2007. O bairro é tranquilo, praticamente todo de casas, alguns poucos comércios e a vizinhança é simpática. Aqui é bem quieto, uma delícia!

Por outro lado, faz falta ter companhia para o trabalho e é bem chato fazer sozinha as refeições como o almoço ou o café da tarde. Isso às vezes acaba sendo um convite à distração e confesso que isso me acometeu por esses anos todos.

Eu sou bem metódica para certas coisas. Por exemplo, tenho uma ordem para pendurar as toalhas lavadas no varal para secar (rs) mas em outras eu sempre fui uma total bagunça! Organizar o meu dia e manter a organização sempre foi muito difícil para mim pois notei que me distraía com facilidade quando fazia algo que não me empolgava ou me empolgava demais com uma coisa e perdia a noção do tempo, atrapalhando outros afazeres ou compromissos.

Desde que lancei o blog novo em janeiro e coloquei uma rotina de trabalho para ele, por ter ficado feliz demais com o resultado, comecei a conseguir colocar esses bloquinhos de afazeres no meu dia e tem dado muito certo!

Estou aqui falando de produtividade pois tem hora que a gente tem tanta coisa para fazer que dá uma certa dificuldade de priorizar o que é realmente importante e também porque é muito frustrante quando falta tempo para fazermos o que gostamos.

Eu fiz uma live no meu Instagram Stories (já me segue? Meu perfil é o @katialinden e a próxima live será no dia 03/07, por volta das 19h) sobre este tema e resolvi preparar este post com os tópicos que abordei por lá, para quem não pôde acompanhar. Vamos lá?

Criar Blocos de Atividades

Eu já tentei ter uma agenda bem certinha, com cada coisa a fazer no dia organizada por horário. No meu caso não deu certo pois, se algo atrasava por qualquer motivo, o restante da agenda ficava comprometido e eu me desmotivava com o restante a fazer. Era um prato cheio para eu me entregar a alguma distração (vou falar sobre distrações mais para o fim do post).

Eu já vi em muitos lugares que a gente deve se livrar do que é chato primeiro, mas confesso que não funcionou comigo. Eu começo é pelo mais legal ou mais interessante mesmo, porque aí fico com uma super energia para fazer o restante, mesmo que seja chato.

Por exemplo, eu acordo, tomo café da manhã e faço cerca de uma hora de tricô, praticamente todos os dias. Além de tornar o tricô matinal um hábito delicioso, ele era o que eu precisava para acordar de vez, para “pegar no tranco”, sabe? Assim, eu criei meu bloco de uma hora para fazer tricô em quase todos os dias da semana. Era um horário que ficava meio no limbo, não era produtivo o suficiente e podia melhorar!

Então, fui criando uma agenda semanal, com blocos de atividades em uma quantidade que eu possa cumprir e deixando alguns horários “livres” para encaixar compromissos como uma consulta médica, uma horinha a mais de estudo ou de costura…

Primeiro, eu coloquei numa agenda semanal os blocos de atividades que possuem horários fixos (no meu caso: pilates, caminhada, terapia, aula de tricô, afazeres domésticos da faxina), depois fui encaixando os blocos seguintes, não esquecendo os horários das refeições! De vez em quando eu inverto um bloco ou outro de horário num dia específico, mas não atropelo o tempo necessário para cada um!

Determinar seu horário de trabalho

Eu coloquei para mim mesma que o meu horário de trabalho (que hoje está dividido entre estudos, trabalhos do blog e produção) seria o horário comercial, das 9h às 18h. Com horário de almoço e uma pausa para o café da tarde.

Neste período, não faço nada que seja da casa. Então, cuidar da roupa para lavar, limpar o “banheiro” dos cachorros (ou seja, a parte de fora da casa) eu só faço fora do horário de trabalho ou na hora do almoço.

Eu percebi que eu fazia tudo muito “picado” por intercalar com as coisas da casa. Então, se estava preparando um post novo e percebia que a máquina de lavar roupas tinha terminado o ciclo, eu parava no mesmo momento para estender a roupa. Mas nem sempre eu voltava para o computador com a mesma concentração que eu estava antes.

Eu sei que existem métodos que utilizam pausas programadas (como na técnica Pomodoro), porém eu tenho me dado bem com os meus blocos de atividade que contei acima. Sei quanto tempo eu posso despender para cada um deles e, desde que eu cumpra meus blocos dentro do horário comercial, tá tudo certo!

Preciso ressaltar que este planejamento é possível aqui em casa porque eu e o marido dividimos bem as tarefas do lar, fazendo com que eu não cuide da casa e dos bichinhos sozinha. Entendemos que a casa é de nós dois e, por isso, cuidamos dela juntos. Por exemplo, ele coloca a roupa para lavar antes de sair para o trabalho e eu vou lá estender e/ou colocar na secadora na hora do almoço. Assim, eu consigo ter tempo para trabalhar em casa (mas não na casa) num mesmo tanto como se eu trabalhasse fora.

Assim como o Ricardo não costuma trazer trabalho para casa, eu também me policio para não fazer nenhuma destas atividades à noite. Nós aproveitamos bem o nosso tempo juntos, seja nas refeições, num passeio noturno ou de bobeira vendo TV.

Evitar as Distrações

Quando eu comecei a me organizar, principalmente para conseguir estudar neste período em que estou fazendo o Decola Lab, eu vi que eu tinha que identificar e bloquear as distrações.

Por estar sozinha em casa em boa parte do tempo que tenho para ser produtiva, vi que eu acabava me cansando da rotina e me envolvia com distrações. Eu identifiquei que as minhas maiores distrações eram: joguinhos de celular, ficar muito tempo em sites de todo tipo e em redes sociais e assistir noticiário por muito tempo. Para todos eles, o jeito foi limitar o uso mesmo: joguinhos só de manhã e à noite; uma olhada rápida nas redes sociais antes de começar a trabalhar e também na hora do almoço, sem discuidar do horário; assisto noticiário só de manhã enquanto faço tricô; se o noticiário termina, aí vejo o Instagram Stories.

Ah, na hora de estudar, desligo a TV e deixo o celular no silencioso sem que a tela fique virada para mim, pois quero evitar as tais distrações. Tem dado certo!

Os comentários das redes sociais e daqui do blog são sempre respondidos, aliás, é algo que eu amo fazer! Também separo um tempinho para responder todos, isso não é distração de maneira nenhuma e, na minha opinião, a melhor parte das redes sociais é a interação que ela proporciona e deve ser bem aproveitada, você não acha?

 

Como este post já está um pouco longo, separei os outros itens para um próximo post sobre este assunto de produtividade!

Espero que tenha gostado e, se tiver alguma dica de produtividade para compartilhar, conte aqui nos comentários!

13 anos de blog e sincronicidades
11 Anos de Blog!
Armário cada vez mais feito por mim (e um exercício de empatia)

Com a chegada de junho, após participar pela 3a vez do Me Made May (posts sobre este ano aqui e aqui), além sentir falta da interação diária muito gostosa com outras pessoas em torno desta iniciativa, eu aproveito para pensar sobre como as minhas costuras e manualidades podem contribuir para que eu tenha um armário ainda mais handmade.

Uma conclusão que eu tirei ainda no decorrer de maio foi que eu acabo costurando roupas que servem para a minha vida em geral, mas ficou um “buraco” em termos de roupas esportivas – eu pratico pilates, faço caminhada e ando de bicicleta, roupas de ficar em casa – aquela roupa confortável, mas que não precisa ser desleixada e roupas de dormir.

Enquanto eu preparo este post, por exemplo, coloco aqui na fila dos posts que prepararei em breve uma linda blusa feita de uma seda mega especial. Sei que usarei muito, pois cada vez mais as costuras que faço são certeiras, então não é problema. Saí ontem com esta blusa e amei o resultado, mas quero estar linda e handmade também nas situações acima – as mais corriqueiras, sabe?

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Como é bom costurar uma peça especial assim!

Partindo do princípio que eu trabalho em casa, quero mudar o que eu uso atualmente (basicamente roupa de exercício ou pijama). Como não quero desperdiçar as roupas que já tenho e que estão em bom estado, coloquei como meta que eu mesma faça à medida que eu precisar substituir alguma peça esportiva. É um bom começo!

Como eu considero que cada peça que eu faço é algo muito especial, até a camiseta de malha mais simples eu uso quando saio e, se fico muito em casa, ela fica parada no armário. O que eu já acabei colocando em prática então é colocar camisetas e calças de malha que eu fiz em uso para o dia a dia em casa. Estou bem contente!

A cada ano eu criei uma tag para achar mais facilmente as minhas participações: #katiamademay15, #katiamademay16 e #katiamademay17. Aproveitei então para dar uma olhada nelas e alguns repetecos me deixaram feliz, pois demonstram que foram costuras bem aproveitadas! Veja só a minha primeira blusa de seda, feita em 2014, apareceu todo ano!

As peças separadas, mesmo que algumas ainda estejam esperando um pouquinho para se tornarem realidade (post aqui), tornaram meu armário mais versátil. Se eu consigo combinar, por exemplo, uma blusa bacana com uma saia, uma calça e um shorts, terei três looks bem diferentes entre si, concorda?

Sei que preciso exercitar mais usar uma terceira peça, mas vejo que ando mais básica e que a coisa da montação mais elaborada dá vontade só em dias específicos, sabe?

Maio, por estar no outono, não reflete o meu armário como um todo, apesar que ter um recorte de uma mesma época do ano traz mais reflexão em um âmbito geral do vestir e em relação à vida que se leva do que pensar se preciso ter mais shorts ou menos blusas e tal… De qualquer forma, tenho muitas roupas e muitas delas são feitas por mim, então acho que fiz bem desacelerar a produção por um tempo.

Atualmente eu estou ficando bastante em casa e isso se reflete bastante no que eu visto. Quando eu penso no tema, imagino tem que ser aquela roupa confortável, que dá para atender uma campainha ou receber alguém informalmente, mas ainda servir para cuidar da casa e dos meus dogs.

E aí eu me peguei pensando também em como seria legal se eu mesma fizesse meus pijamas (um de flanela seria ótimo para esta época do ano)! Vou pesquisar mais a respeito!

Há algum tempo atrás, eu me senti meio perdida ao abandonar a estética super retrô/pin up que não combinava mais com a minha vida. O mais engraçado é que eu só voltei a me entender com a minha imagem no espelho quando a era do cabelo rosa começou, rs! Aí eu consegui ver com mais facilidade o que eu queria vestir e, consequentemente, produzir.

É um fato que nosso estilo pessoal evolui e que é muito gostoso e leve quando o nosso exterior reflete o nosso interior e as nossas prioridades de vida. É um processo que nunca se encerra, mas que não pode paralisar a gente e tem que ser um exercício de amor próprio.

Quando a gente se vê assim, a gente também trata o outro com mais empatia, respeitando as particularidades e escolhas das pessoas! Quem nunca viu ofensas por aí por conta de uma celulite, uns quilos a mais ou de menos, roupa “esquisita” (entre aspas mesmo pois é muito subjetivo!)?

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Definição de uma palavra que acho tão linda que resolvi colocar no post! (Fonte)

E eu acho que é disso que o mundo precisa: de um pouco mais de empatia. Um desafio como o Me Made May proporciona isso, já que são tantas pessoas diferentes, de corpos, gostos e estilos de vida diferente dos nossos! É inspirador e libertador ao mesmo tempo!

Por isso eu te convido a dar uma olhada carinhosa no seu armário e também no espelho, vale muito a pena! Assim, a produção handmade fica ainda melhor!

Look do Dia – Vestido Envelope com Drapeado!
Look do Dia – Calça de Veludo Cotelê com Recortes!
Resgatando uma paixão antiga: a fotografia

Livro “Roube como um Artista”, de Austin Kleon. Foto: eu!

Enquanto eu estava na faculdade de publicidade, eu tive uns dois ou três semestres de fotografia. Em meio a tantas matérias interessantes, eu descobri a fotografia como uma paixão.

Na época, aprendíamos a manusear câmeras analógicas totalmente manuais, aprendíamos a revelar filmes (e antes de revelar, cada clique tinha que ser bem pensado, pois o filme tinha no máximo 36 poses) e a ampliar as imagens para o papel fotográfico.

Lembro que aprendemos também a fotografar com cromo (um filme maior, quadrado e que já saía com a imagem positiva) e a disciplina de fotografia digital se resumia a escanear estes cromos e trabalhar as imagens nos programas de edição de imagem. Não sou novinha, como dá para perceber, mas já existia Photoshop na virada para os anos 2000, rs!

Enfim, eu fiquei tão encantada com tudo isso a ponto de querer mudar de curso. Mas já estava no meio do caminho, em uma super faculdade, acabei seguindo até o final dos quatro anos de publicidade.

A paixão pela fotografia nunca me abandonou, apesar de eu nunca ter retomado os estudos. Antes que os celulares tivessem ótimas câmeras, eu sempre tinha uma câmera comigo.

Nesses tempos de faculdade e de descoberta da fotografia, me apertei um pouco financeiramente e comprei uma Canon EOS500n. Em qualquer minutinho livre, eu saía clicando por aí e me dava muito bem com essa amiga.

Aproveitava os dias de folga do trabalho que caíam durante a semana para passar a tarde no laboratório da faculdade revelando os filmes e ampliando as fotos. Quanto mais amareladas ficavam as minhas unhas e quanto mais as mãos cheiravam forte das químicas utilizadas, mais eu ficava feliz! Adorava também ir à Conselheiro Crispiniano, no centro, comprar materiais nas lojas especializadas.

Mas a tal “vida adulta” de trabalho o dia inteiro e estudos à noite veio pouco tempo depois, junto com o advento das câmeras digitais e eu fui deixando esse encantamento todo no passado. Até o tripé bacana que eu tinha eu acabei doando depois de um tempo. É como se eu tivesse jogado uma parte minha fora, como diz o livro da foto do começo do post.

Fotografia Digital

Nos meus tempos de fazedora de cupcakes eu precisei retomar as atividades de fotografia, já que eu mesma fazia tudo, inclusive a divulgação dos meus produtos. Uma Cibershot que o Ricardo comprou para registrar a nossa lua-de-mel em 2007 não entregava o resultado que eu precisava e aí uma Nikon D90 entrou na minha vida.

Nunca consegui me adaptar aos controles manuais dela como sabia fazer com a câmera analógica, logo vi que eu é que tinha perdido o jeito. O negócio era usar tudo no automático.

Andei com esta câmera pra lá e pra cá por alguns anos, inclusive gerando briga nas viagens porque ninguém queria carregá-la por conta do peso, mas rendiam lindas fotos mesmo no automático.

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San Francisco, 2014, com a minha D90 (pouco antes da aposentadoria).

Quando fui para San Francisco pela primeira vez, em julho de 2014, já na era deste amado blog, estava decidida a comprar uma câmera nova que fosse mais moderna e mais leve.

Minha amiga Mari, que manja muito de equipamentos, me ajudou a escolher uma Canon G16 e com ela tenho sido muito feliz, desde que ela não dê erro no cartão de memória, rs!

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Inhotim, em Minas Gerais, 2016, com a G16.

Nas últimas férias, agora em abril, estava decidida a comprar uma nova câmera, pois não dava para mandar esta que eu tenho para o concerto sem ter outra para registrar as imagens do blog e, muito importante, registrar momentos da nossa vida e das viagens que fazemos.

Não é que tudo se resolveu foi com um novo celular? Os cliques que a Ane fez com um iPhone 7 Plus e que estão neste post me fizeram ir no mesmo dia a uma loja da Apple e comprar um pra mim (sério!).

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Um registro com um iPhone 7 Plus da minha G16, que anda sempre comigo. Tá com defeito, mas ainda é muito querida!

E aí, desse jeito inesperado, tantos anos depois, o bichinho da fotografia me mordeu de novo. Com um celular. Tenho registrado mais, me dedicado mais (quem me segue no insta deve ter notado algumas composições, coisa que eu nunca fazia).

Percebi que tantos outros assuntos ganharam importância na minha vida e a fotografia sempre ficou num cantinho, sendo coadjuvante, esperando a hora de voltar com tudo. É como se a parte de mim que eu tinha jogado fora tivesse sido resgatada.

Oficina de Foto e Texto com Celular

No último sábado, participei de uma Oficina de Foto e Texto com Celular, das maravilhosas Mayara e Carla e posso dizer que cumpriu a missão de me atualizar e me apaixonar mais um pouco, podendo tirar melhor proveito dos recursos que eu já tenho.

A oficina é voltada aos empreendedores criativos e eu fui até lá pensando em desenvolver melhor os trabalhos aqui do blog e também das redes sociais. Mas consegui mais: a felicidade de voltar a aprender algo sobre fotografia depois de tantos anos! É um daqueles momentos em me sinto mais viva, sabe? Foi um dia super gostoso, com muita gente bacana e empenhada em desenvolver seus negócios e mostrar suas ideias do melhor jeito possível.

A parte do texto da oficina é igualmente importante e igualmente bem estruturada, vejo que tenho pensado com mais carinho ainda sobre o que escrevo! A foto que postei como resultado dos trabalhos do dia foi esta:

Então, em meio a tantas ideias que têm passado pela minha cabeça atualmente, abri um espacinho para algo que voltei a amar e que quero voltar a praticar, pois não quer dizer que já reaprendi tudo, né?!

E você? Tem a sensação de já ter deixado algo que era importante para você no passado?

(Antes de encerrar este post preciso fazer menção honrosa a dois outros equipamentos subutilizados que temos em casa: uma Diana F da Lomo – esta da foto do início do post e que clicou no máximo um filme – e a Instax que amo mas sempre esqueço de usar!)

13 anos de blog e sincronicidades
11 Anos de Blog!
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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