Loja de Tecidos TexPrima

Quanto tempo né? Que saudade de escrever aqui!!!!

Foram muitos posts planejados e pouco tempo para escrever, mas conheci uma loja e me senti na obrigação de dividir com vocês, por isso aqui estou!

Essa loja se chama TexPrima e fica localizada no bairro da Casa Verde, aqui em São Paulo.

Uma amiga que também costura me convidou para conhecer a TexPrima por conta de um anúncio que ela viu no facebook sobre uma promoção de tecidos (irresistível para nós, não é mesmo?) E lá fomos nós.

Eu moro no centro e foi bem fácil e rápido de chegar, não enfrentamos trânsito.

A loja

Pelo lado de fora, a TexPrima nem parece loja; tem mais cara de fábrica. Mas quando você entra se surpreende, a loja é linda!

No térreo fica a sessão de tecidos pesados, para tapeçaria e decoração. Apesar dos mostruários, se parece mais com uma sala moderna e bem decorada.

As paredes tem lindos grafites com tema de costura, não consigo pensar em nada mais amor que isso!

No piso inferior você encontra a sessão de tecidos para vestuário. Os mostruários ficam em ganchos na parede onde você encontra além da amostra, a composição e o preço do tecido. Grande parte dos tecidos estava na promoção de 50% que funciona assim: você paga o preço da etiqueta, mas por 2 metros, ao invés de 1, não é sensacional?

(A promoção vai até o final desta semana!)

Tem muito tecido diferente, muita coisa bonita! Comprei dois cortes de linho risca de giz, um corte de flanela, um linho verde água e outro rosa. Comprei também um moletom feito de tecido reciclado e um tecido acoplado, bem estruturado para fazer um colete de matelassê para a Julia (volto para mostrar, fiquem tranquilas!)

Trouxe muito tecido e gastei muito pouco… pela qualidade e preço acho que vale muito a pena conhecer!

Ateliê

E, para fechar com chave de ouro, nos fundos da sessão de tecidos encontramos uma sessão de aviamentos, uma banquinha de retalhos e um ateliê com máquinas, moldes, mesa de corte e tudo mais que você precisar para costurar lá mesmo! É todo amor da vida!

Conversando com a vendedora (super querida e atenciosa chamada Núbia) ela contou um pouco sobre a loja, essa ideia de ter um pequeno ateliê para atender os clientes e sobre o conceito de não desperdiçar nada (os tecidos são reciclados ou vendidos aos retalhos para estudantes de moda pois, como bem ressaltado por ela, são de produção muito cara, cujo processo gera muita poluição). Bióloga e ecochata que sou, só deu pra gostar mais ainda da loja!

Espero que gostem e se forem conhecer, não esquece de comentar o que achou, tá?!

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Informação:

TexPrima Loja e Oficina
Rua Atílio Piffer, 759, Casa Verde
Aberto de Segunda à Sexta, das 8h às 17h.
Site

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Meus 11 anos de costuras – um giro por 2019 (parte 1)
Lendo Bell Hooks: “Ensinando a Transgredir – A Educação como Prática da Liberdade”
Viagem com Costura: Brooklyn (NY)!

Sabe um lugar que você visita e, antes mesmo de ir embora, já quer voltar? Assim aconteceu quando passei um dia no Brooklyn, em abril.

Estávamos hospedados em Manhattan (no Meatpacking District) e o tempo não estava nenhuma maravilha… Quando vimos que no domingo estaria sol (o único dia, aliás), resolvemos que este seria o dia de ir para o Brooklyn!

Quando estivemos em NY pela primeira vez, atravessamos a Brooklyn Bridge à pé, no fim da tarde. Mas, ao chegar do outro lado, não tínhamos pesquisado nem programado nada e apenas acabamos caminhando de volta, rs!

Desta vez tinha que ser diferente, né?!

Passeio pelo Brooklyn

Confesso que não chegamos cedo do outro lado pois aproveitar um bom brunch de domingo também fazia parte da programação, ainda em Manhattan. Depois de estarmos de barriguinha cheia e com umas mimosas na cabeça (rs), iniciamos o nosso passeio.

Atravessar a Brooklyn Bridge à pé pode até ser clichê, mas vale a pena pelo visual! Como muita gente teve a mesma ideia que nós – de aproveitar o domingo de sol para fazer o passeio – a única coisa é ter paciência na hora de fotografar, já que tinha muita gente por todos os lados, rs!

A caminhada pelo Brooklyn incluiu a região do Dumbo, onde dá pra tirar aquela foto bapho do Empire State “emoldurado” pela Manhattan Bridge, o mercado de pulgas do Brooklyn (na Manhattan Bridge também, onde compramos dois pôsteres fofos e – por estarem na vidraçaria para colocar moldura nos últimos dias é que este post atrasou, rs).

Seguimos pelos parques entre a Brooklyn Bridge e a Manhattan Bridge, uma delícia! Lá deu até vontade de fazer look do dia, com a minha inseparável jaqueta bomber florida!

Passeio Craft

Seguimos à pé até chegar à Brooklyn General Store, recomendação da querida Vivi Basile. Caso queira poupar um tempinho, acho que também dá para ir de metrô. A loja é linda por dentro e por fora! Uma ótima seleção de tecidos e de lãs também (e olha que o verão já estava chegando por lá)! E este passeio todo só foi possível em um domingo porque a loja estava aberta, oba!

Como já tinha comprado alguns tecidos nas andanças das férias, resolvi comprar esta camiseta linda em algodão orgânico, um alfineteiro feito de lã e duas meadas da lã Rasta, da Malabrigo (a minha preferida)!

“O amor está no fazer”

Depois de ser super bem atendida na loja, prosseguimos com o passeio nesta parte do Brooklyn (Cobble Hill), onde tomamos um super sundae na Brooklyn Pharmacy & Soda Fountain. Aliás, sugiro dividir com alguém, pois é gingante! O local segue o mesmo jeitinho da loja de tecidos e afins, mantendo toda uma estrutura de uma antiga farmácia, muito fofa!

Terminando o passeio em grande estilo

Pegamos um metrô para voltar à região de Williamsburg. Chegamos ao anoitecer, então ficamos sem passear por esta região que parece ser super legal! Ou seja, é motivo para voltar um dia!

Seguimos para o nosso destino final no Brooklyn, um bar no rooftop do hotel Wythe, com uma vista linda para Manhattan! Fora a espera do lado de fora com um vento congelante, foi tudo ótimo! E a caminhada do metrô para o local permitiu apreciar um lindo por do sol!

E, depois deste dia tão gostoso, fomos embora com vontade de voltar!

Eu amei conhecer o Brooklyn!

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INFORMAÇÕES:

Brooklyn General Store
128 Union St, Brooklyn
NY, 11231, EUA
Site

Meus 11 anos de costuras – um giro por 2019 (parte 1)
Lendo Bell Hooks: “Ensinando a Transgredir – A Educação como Prática da Liberdade”
Meus apetrechos de tricô e crochê

Eu aprendi os primeiros passos do do tricô com a Claudia e a Andrea, do Superziper, em junho de 2014. Foi um encontro para celebrar o dia mundial do tricô (tem post delas, com muitas carinhas conhecidas do nosso mundo craft, aqui) e saí de lá com bastante vontade de continuar tricotando. Um tempo depois, com uma certa dificuldade, terminei meu primeiro cachecol.

Mais ou menos um ano depois, resolvi retomar a técnica com aulas semanais na Novelaria. Desde então, nunca parei!

Como sempre digo, devagar e sempre, as novas peças têm surgido desde então e hoje resolvi mostrar as ferramentas de tricô e crochê que passei a ter, vamos conferir?

Agulhas de tricô

As minhas primeiras agulhas de tricô foram as convencionais, as duplas de “palitinhos”. Não tenho muitas, na verdade. Hoje em dia elas mais enfeitam o meu ateliê em uma lata de chocolate, mas eventualmente ainda uso.

Agulhas de tamanhos diversos, em bambu, plástico e metal.

No ano passado, comprei um jogo de agulhas circulares da Addi, uma marca alemã maravilhosa. Elas vão dos 3mm até os 8mm, são mais curtinhas – boas para trabalhos pequenos como gorros – e você coloca o cabo do comprimento que for mais conveniente para o seu trabalho. Com elas, eu tricoto praticamente tudo, até mesmo o que não é circular. É só não fechar o tubo e ir virando o trabalho ao final da carreira da mesma forma que fazemos com as hastes.

Acaba sendo um recurso muito útil para trabalhos que ficariam muito apertados se fossem feitos com as hastes, quando possuem muitos pontos, por exemplo. Ajuda muito também quando as peças vão ficando longas, pois o peso da peça fica concentrado no cabo, cansando menos ao tricotar. Por esses motivos, eu recomendo muito usar agulhas circulares!

Tenho algumas outras agulhas circulares com os cabos fixos, que não fazem parte deste conjunto, mas bem parecidas com estas. Acabam sendo tão úteis quanto as agulhas acima. Fui comprando à medida que eu fazia os projetos, enquanto eu ainda não tinha o conjunto que eu tanto queria.

Agulhas de crochê

As minhas primeiras agulhas de crochê ainda existem e estão comigo até hoje! São todas de metal e bem fininhas, pois eu fazia muitas peças com fios mais finos.

Hoje em dia, as agulhas com cabos emborrachados ajudam muito a não cansar as mãos e também a não marcar os dedos.

No ano passado, comprei a minha primeira agulha com cabo emborrachado quando estava terminando a manta do Hiro (post aqui). Aí vi que seria uma boa ter mais agulhas assim.

Resolvi então comprar um bom conjunto de agulhas de crochê com cabo emborrachado, as minhas são da Tulip, marca japonesa mas que comprei na França (post aqui). Aqui no Brasil existem opções muito boas também!

Ferramentas extras

Neste período, fui montando um estojo com outras peças que são bem úteis ao tricotar ou fazer crochê, mostro tudo nas fotos abaixo!

Bolsa handmade

Para levar os meus apetrechos e projetos de tricô ou crochê para a aula, coloco tudo nesta simpática bolsa que costurei faz tempo, com um projeto do livro “Costure!” da Cath Kidston. No fundo dela cabe direitinho as agulhas longas de tricô, além de ser uma fofura!

A costura com Patchwork que leva o tricô e o crochê!

E você? Tem se dedicado a alguma técnica manual atualmente? Fica namorando as ferramentas assim como eu?

Meus 11 anos de costuras – um giro por 2019 (parte 1)
9 Anos de Blog!
Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação e várias outras coisas por admiração e escolha própria: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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Vencendo a minha maior resistência: vender!