Um presente em tricô para a Valentina

Para poder aprender técnicas (e pontos) diferentes, eu confesso que acabo sempre fazendo projetos novos e não repetindo quase nenhum deles.

Mas é um fato que é sempre bom ter uma “carta na manga” na hora de presentear. A gola em ponto barra inglesa que aprendi no ano passado já foi repetida algumas vezes (umas cinco, eu acho), sendo uma ótima opção de presente bonito e rápido em tricô.

A receita da manta que eu fiz para o Hiro no ano passado também valia a pena ser repetida! Foi o que eu pensei ao fazer um presente para a Valentina, filha da Ana e do Otávio, que vai nascer em agosto.

Repetir alguns projetos ajuda muito a fixar a técnica e também a aprimorar a prática!

A manta da Valentina

Resolvi há um tempo fazer uma manta de tricô para a Valentina e comprei o material em março, para garantir… Comecei mesmo a tricotar em maio, quando passei o aperto de ter comprado lã a menos, por distração minha. Por sorte, entrei em contato com o Bazar Horizonte, onde eu tinha comprado a primeira parte da lã e eles ainda tinham novelos do mesmo lote, ufa!

No ano passado eu anotei a receita em meu caderninho, mas quem disse que eu anotei direito? Na hora eu compreendi o que anotei e a primeira peça saiu certinha. Mas ao retomar, quase um ano depois, vi que faltavam informações importantes!

Por sorte, o post sobre a manta do Hiro está bem recheado de fotos (rs) e elas me ajudaram a fazer a manta da Valentina corretamente!

Ainda por cima, provavelmente por conta da pressa em terminar a primeira manta, eu não tinha anotado como era o acabamento em crochê e acabei levando a manta para as aulas para terminar. Com esses pequenos percalços resolvidos, assim ela ficou!

Usei 10 novelos de lã Sidney, da Filatura Cervinia (50g cada, 100% lã de merino), agulha de tricô circular de 6mm (sem fazer tricô circular, só aproveitando o comprimento do cabo para ter mais espaço para trabalhar) e agulha de crochê de 4mm. A cor é um verdinho bem claro, código 805.

Um gorro fofinho

Como eu tinha tempo hábil para entregar o presente e um pouco de lã que restou da manta, aproveitei para tricotar um gorrinho bem fofo para a Valentina. Ela vai nascer ainda no inverno e acho que será bem útil!

E gorro infantil tem que ter pompom, né?!

Eu usei parte de um novelo da mesma lã da manta, não cheguei a usar os 50g, tricotando com agulha circular 4,5mm de cabo de 40cm, o mais curto que eu tenho. O pompom foi feito com o fazedor de pompom maior da dupla que tenho da Clover (tem post sobre meus apetrechos de tricô e crochê aqui).

Conjunto pronto!

Tricotar é bom demais!

Eu fui registrando algumas etapas do processo de fazer este presente no meu instagram e agora compartilho aqui também!

O presente ainda tem uma embalagem fofa que costurei, vou mostrar em outro post!

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OBS:Estou colocando esta observação aqui no post pois sempre recebo este pedido nos comentários. A receita da manta não é de minha autoria e eu não tenho autorização para enviá-la para outras pessoas ou reproduzí-la, espero que compreendam. 

12 Anos de Blog!
Refiz uma das minhas golas de tricô!
Meu início no Tricotin (ou Rabo de Gato)

A febre do Tricotin (ou Rabo de Gato, ou Icord) está rolando há algum tempo, mas não sei porque eu não me interessei de cara. Aliás, tem muita gente fazendo trabalhos lindos por aí com os tubinhos tricotados!

Aí, não faz muito tempo, a Andrea Onishi lançou um cogumelo de madeira lindo, com um palitinho simpático com coraçãozinho na ponta. Além de ser uma fofura eu, que nunca tinha entendido como fazia o rabo de gato, entendi com mais facilidade com um videozinho fofo que ela postou no Insta do Ateliê Kitsune, o mais novo empreendimento criativo da Andrea:

Como ela estaria vendendo suas peças no Bazar Ó Gente do dia das mães, eu corri lá para garantir o meu! Até o Ricardo aprendeu a fazer, ali no bazar mesmo! Ai que orgulho desse moço prendado!

Ao trazer esta fofura pra casa (e já sabendo usar), eu viciei! Saí comprando fios e testando alguns outros que eu já tinha em casa… Resolvi então começar a montar algumas formas simples com arame (nunca fiz palavras ou nomes, por exemplo), até para dar uso para o rabo de gato que estava querendo se espalhar pela casa.

Sei que existem outros teares para fazer o tricotin, dá até para fazer em casa com um pedaço de madeira vazado no centro e quatro pregos. Mas uma grande vantagem do cogumelo de madeira é que, além de lindo, é super confortável de segurar e usar, por ser arredondado! Além disso, é sempre legal prestigiar amigas crafts queridas que fazem um trabalho tão bacana, né?!

Fazendo um atrás do outro, rs!

Números e balões

Como o aniversário dos meus dois cachorros estava chegando, fiz dois números e dois balões. Esse processo de pensar nas formas e em como colocar o arame eu fiz de cabeça mesmo, experimentando a cada peça.

Fiz um número 1 no fio rosa para o aniversário da Leia e um número 6 em fio colorido para o aniversário do Luke. Para ela, um balão colorido e para ele, um balão roxo (feito com um pouco da lã Rios que sobrou da minha última blusa de tricô, post aqui).

Desenhei a forma que eu queria em um papel, para ter um gabarito e cortei um pedaço de lã para saber qual o tamanho que o tubinho precisava ter. Fiz os tubinhos nos tamanhos pretendidos. Coloquei por dentro arame galvanizado número 20 e usei meus alicates sem ponta e o de corte. Para dar acabamento, agulha de tapeçaria para colocar as pontas dos fios para dentro.

Materiais

A cada forma eu ia “aperfeiçoando” esta etapa do arame, ajeitando melhor nas extremidades para não ficar aparente. Foi na tentativa e erro mesmo. O mais gostoso foi moldar as formas! Só a “cordinha” de um dos balões que eu achei muito longa, tanto que eu diminuí pela metade no balão seguinte. Ao final, as quatro peças ficaram assim:

Prontos!

Os fios que deram mais certo até agora foram o D’Primera, da Cisne e a lã Malabrigo Rios!

Os 6 anos do Luke

A ideia era tirar uma foto com cada bichinho e as peças nos respectivos aniversários. Luke fez 6 anos em junho e tirar foto assim é fácil porque ele é bem quietinho! Luke é o cachorro mais delicado, bonzinho e quietinho que eu já conheci, só fica louco quando tem comida no meio, rs!

Parabéns, Luke!

O 1º ano da Leia

A Leia fez um aninho no último fim de semana. Parece que foi ontem que este furacãozinho simpático chegou aqui em casa! Ela é o oposto do Luke: bagunceira e ruidosa, mas grudenta e carinhosa na mesma medida!

Aproveitei que a família estava em casa no dia e as crianças seguraram o número e os balões enquanto eu segurava a aniversariante, rs!

Parabéns, Leia!

Agora estou fazendo uma experiência, fazendo um tricotin bem longo para criar algum acessório. Assim que a peça “nascer”, eu mostro sem falta!

Mais uma técnica viciante!

12 Anos de Blog!
Refiz uma das minhas golas de tricô!
Viagem com Costura: Brooklyn (NY)!

Sabe um lugar que você visita e, antes mesmo de ir embora, já quer voltar? Assim aconteceu quando passei um dia no Brooklyn, em abril.

Estávamos hospedados em Manhattan (no Meatpacking District) e o tempo não estava nenhuma maravilha… Quando vimos que no domingo estaria sol (o único dia, aliás), resolvemos que este seria o dia de ir para o Brooklyn!

Quando estivemos em NY pela primeira vez, atravessamos a Brooklyn Bridge à pé, no fim da tarde. Mas, ao chegar do outro lado, não tínhamos pesquisado nem programado nada e apenas acabamos caminhando de volta, rs!

Desta vez tinha que ser diferente, né?!

Passeio pelo Brooklyn

Confesso que não chegamos cedo do outro lado pois aproveitar um bom brunch de domingo também fazia parte da programação, ainda em Manhattan. Depois de estarmos de barriguinha cheia e com umas mimosas na cabeça (rs), iniciamos o nosso passeio.

Atravessar a Brooklyn Bridge à pé pode até ser clichê, mas vale a pena pelo visual! Como muita gente teve a mesma ideia que nós – de aproveitar o domingo de sol para fazer o passeio – a única coisa é ter paciência na hora de fotografar, já que tinha muita gente por todos os lados, rs!

A caminhada pelo Brooklyn incluiu a região do Dumbo, onde dá pra tirar aquela foto bapho do Empire State “emoldurado” pela Manhattan Bridge, o mercado de pulgas do Brooklyn (na Manhattan Bridge também, onde compramos dois pôsteres fofos e – por estarem na vidraçaria para colocar moldura nos últimos dias é que este post atrasou, rs).

Seguimos pelos parques entre a Brooklyn Bridge e a Manhattan Bridge, uma delícia! Lá deu até vontade de fazer look do dia, com a minha inseparável jaqueta bomber florida!

Passeio Craft

Seguimos à pé até chegar à Brooklyn General Store, recomendação da querida Vivi Basile. Caso queira poupar um tempinho, acho que também dá para ir de metrô. A loja é linda por dentro e por fora! Uma ótima seleção de tecidos e de lãs também (e olha que o verão já estava chegando por lá)! E este passeio todo só foi possível em um domingo porque a loja estava aberta, oba!

Como já tinha comprado alguns tecidos nas andanças das férias, resolvi comprar esta camiseta linda em algodão orgânico, um alfineteiro feito de lã e duas meadas da lã Rasta, da Malabrigo (a minha preferida)!

“O amor está no fazer”

Depois de ser super bem atendida na loja, prosseguimos com o passeio nesta parte do Brooklyn (Cobble Hill), onde tomamos um super sundae na Brooklyn Pharmacy & Soda Fountain. Aliás, sugiro dividir com alguém, pois é gingante! O local segue o mesmo jeitinho da loja de tecidos e afins, mantendo toda uma estrutura de uma antiga farmácia, muito fofa!

Terminando o passeio em grande estilo

Pegamos um metrô para voltar à região de Williamsburg. Chegamos ao anoitecer, então ficamos sem passear por esta região que parece ser super legal! Ou seja, é motivo para voltar um dia!

Seguimos para o nosso destino final no Brooklyn, um bar no rooftop do hotel Wythe, com uma vista linda para Manhattan! Fora a espera do lado de fora com um vento congelante, foi tudo ótimo! E a caminhada do metrô para o local permitiu apreciar um lindo por do sol!

E, depois deste dia tão gostoso, fomos embora com vontade de voltar!

Eu amei conhecer o Brooklyn!

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INFORMAÇÕES:

Brooklyn General Store
128 Union St, Brooklyn
NY, 11231, EUA
Site

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Katia Linden
Sou de São Paulo, publicitária de formação, professora de costura por paixão e escolhas da vida. Sou também várias outras coisas por convicção: feminista, mãe de cachorros, tatuada, amante de música, viciada em Grey's Anatomy, costureira, modelista, consultora de estilo e (também, ufa) autora deste blog.
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Um manifesto para 2022
Vencendo a minha maior resistência: vender!